domingo, janeiro 18, 2015

MUDANÇAS NO BLOG PROFISSÃO ATITUDE

ABRAHAM SHAPIRO

Queridos amigos e assinantes do blog Profissão Atitude.

Estamos em fase de mudanças... para melhor... para muito melhor, com a ajuda de D-us.

Nos próximos dois ou três dias, tiraremos do ar todo o conteúdo que mantivemos por sete anos e meio diariamente. Por poucos dias, na sequência, o site será um PONTO DE CADASTRAMENTO DE E-MAILS onde vocês são os meus primeiros convidados a cadastrarem-se, caso queiram.

Após isto, entraremos com um portal de conteúdo especialmente desenhado para o público de alta performance, isto é, pessoas que preconizam o conhecimento e a diferenciação pelo autodesenvolvimento intelectual e profissional.

Por isso, peço a sua atenção em acessar o profissaoatitude.com.br nos próximos dias e, assim que encontrar a ficha de cadastramento digital de e-mails automática, preenchê-la em conformidade com os critérios solicitados para que você prossiga na nossa base de relacionamento, o que muito nos honrará.

Abraço. Boa semana.

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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

sexta-feira, janeiro 16, 2015

O INGREDIENTE QUE NINGUÉM IMAGINA PARA O SUCESSO

ABRAHAM SHAPIRO

De 0 a 10, com que nota você conceituaria a sua paciência, sendo 0: “Não tenho nenhuma” e 10: “Eu mereço a medalha de ouro porque a de prata vai para velho e bom Jó, da Bíblia”?
Você já ouvir sobre uma pesquisa que envolveu crianças de quatro anos de idade. Elas são separadas individualmente em várias salas. O pesquisador põe um marshmallow diante de cada uma, e diz: "Você pode comê-lo agora. Caso não coma, eu sairei por um momento, e ao retornar trarei outro marshmallow, e você ficará com dois".
Algumas crianças comem o doce imediatamente.
Outras esperam alguns poucos minutos e cedem à tentação.
Mas há as determinadas, que esperam.
O vídeo do experimento mostra as que fecham os olhos, as que cantam, outras que chegam a cochilar, porém, resistem até o retorno do pesquisador que lhes dá o segundo marshmallow como merecida conquista.
E agora o melhor desta pesquisa. Depois de anos de acompanhamento, constatou-se que as crianças resistentes à espera da segunda guloseima cresceram mais bem ajustadas, tiveram caráter forte, autoconfiante e tornaram-se adolescentes mais seguros.
A pesquisa comprovou que ter paciência para adiar uma gratificação instantânea em favor de um benefício maior no futuro é a principal característica de quem chega ao sucesso.
Paciência é importante para a vida e para o trabalho. Se é o que lhe falta, pode aprender  com vontade e esforço. Sem ela, no entanto, perde-se o sabor da vida. Talvez seja algo parecido com comer sem mastigar.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quinta-feira, janeiro 15, 2015

REUNIÃO PRÉ-JORNADA DE TRABALHO

ABRAHAM SHAPIRO


Empresas que adotaram a prática da reunião dos colaboradores em pequenos grupos antes de iniciar a jornada de trabalho com a finalidade de alinhá-los aos objetivos conseguiram maior comprometimento deles com as metas, com os clientes e com o atendimento.
Estes encontros podem ter vários formatos. Um dos mais efetivos em fazer resultado é aquele em que o gestor e a equipe se reúnem por um tempo breve e acertam as ações do dia sem aprofundamento de detalhes, mas com instruções objetivas que tragam clareza sobre as dificuldades mais comuns e frequentes.
Esta reunião deve acontece com tempo de duração pré-fixado e isso deve ser respeitado por questão de disciplina. Um ponto importante é a inspiração através da leitura de um texto cujo conteúdo seja significativo, feita por um participante diferente a cada encontro, de modo que todos tenham a oportunidade de contribuir.
O gestor que inspira seu grupo aproxima-se mais rápido da liderança. Mas atenção. Cuide para que os textos não sejam religiosos ou que firam as opções individuais dos integrantes.
Um momento de inspiração visa ampliar a harmonia, a convergência de ideais e o entendimento mútuo dentro do grupo.
Há livros que foram especialmente escritos para esta finalidade. Uma sugestão, com sua licença, é o de minha autoria: “Torta de Chocolate Não Mata a Fome”. Eu o escrevi com o objetivo de motivar os leitores a viverem suas vidas com um propósito e levá-lo para o trabalho e seus relacionamentos. É simples de se ler e de compreensão fácil.
Se isso lhe interessa, não o deixe passar. Planeje-se, experimente e comprove o que cem por cento das empresas que implementaram esta prática com seriedade alcançaram.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, janeiro 14, 2015

COMUNICAÇÃO E RECEITA DE BOLO: O QUE HÁ EM COMUM

ABRAHAM SHAPIRO

Comunicação aleatória é um veneno a qualquer empresa. Comunicação carece de regras. 
Resolver a comunicação empresarial começa por afastar a predominância da emoção no relacionamento. Emoções confundem; fazem as pessoas achar que devem dispensar  ou deixar de lado competências cruciais. A assertividade é uma delas.
Já falei muito sobre assertividade. Mas tenho de repetir, pelo mesmo motivo porque farinha, fermento, ovos  e leite constam em todas receitas de bolo. Quando se esquece um desses itens, o produto final tem de ser refugado.
Aquele que emite uma ordem, deve preocupar-se com o procedimento, buscando especificar “o que ser feito”, “como fazer”, “por que”, “quando” e os demais detalhes.
Depois, deve averiguar se o receptor interpretou corretamente e está apto a executar a ordem em conformidade ao esperado.
Na prática, o que se vê é que, além de não se obedecer a regra alguma, o emissor assume premissas falhas, a começar por julgar que o receptor sabe e o interpretará corretamente. O resultado não pode ser outro senão retrabalho. E a coisa só piora quando a justificativa desses erros é: “Eu só queria ajudar”.  
As pessoas, numa empresa, realizam trabalhos específicos – tarefas que são partes de um todo. Daí ser de grande valor para qualquer organização o estabelecimento de processos para tudo o que for possível. Comunicação faz parte disso.
Já, acessos ao Facebook, Whatsapp, e outras mídias só poderiam ser permitidas nos ambientes dos quais sejam ferramentas de trabalho, assim como ligações telefônicas particulares ou saídas para atendimento de membros da família.
“Eu só queria ajudar”, portanto, não tem qualquer cabimento.  Empresa é lugar de trabalho bem determinado, claro e objetivo,  sem nenhuma subjetividade ou pessoalidade. Se não for assim, pode crer, é filantropia. E aqui vai aquela pergunta de quase todos boletins que tratam de responsabilidade profissional: “Quem irá pagar a conta?”
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

terça-feira, janeiro 13, 2015

CUIDADO COM O VENDEDOR QUE SÓ VENDE

ABRAHAM SHAPIRO

Publicado na Folha de Londrina de 12 de Janeiro de 2015 - Uma das tarefas mais importantes de quem vende é avaliar continuamente quais produtos ou serviços irá oferecer, e para que público.
O primeiro passo para se chegar a isto é ter em mente que não é possível agradar a todos. Que empresa terá produtos ou serviços que todo mundo queira? Se você deseja ser esta empresa, talvez seja bom buscar a ajuda de um profissional, pois, pode estar vivendo o sintoma de esquizofrenia nos negócios.
Bem pior que isso, no entanto, é ter um vendedor ou uma equipe de vendas cujo interesse seja agradar a todos clientes. Aí está um prejuízo difícil de calcular.
Eu reconheço dois tipos de vendedores com que é preciso ter todo cuidado:
O primeiro é aquele que ganha a venda pela venda, isto é, sem se submeter a critérios de qualidade dos negócios, como: tipo de serviço a ser prestado, margem de lucro a ser garantida, minimização dos riscos na concessão de crédito e prazos, etc.
Sabe aquele vendedor que apenas vende e ganha comissões sem qualquer responsabilidade sobre a venda? Mude este quadro ou você já acumula danos de que nunca irá esquecer.
O segundo tipo de quem você deve andar longe é vendedor que confunde atendimento com "vale tudo para fazer o cliente comprar".
A missão de um profissional de vendas – profissional, eu disse – é, de fato, fazer o cliente voltar a comprar. Porém, sob condições de qualidade da venda bem convencionadas e de um padrão definido de produto e serviço. Isto requer que ele faça o compromisso de enquadrar-se a uma política de negociação que mantenha a saúde da empresa que ele representa.
Se o seu objetivo é superar a concorrência com o melhor atendimento possível, parabéns. Seu cliente ficará satisfeito, estou certo. Mas a partir do instante que você quiser "agradá-lo" de todas as formas, o céu é o limite! E quem irá pagar esta conta?
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segunda-feira, janeiro 12, 2015

WORKAHOLIC

ABRAHAM SHAPIRO

Durante a Revolução Francesa milhares de pessoas foram guilhotinadas. Certo dia, três homens esperavam sua execução: um advogado, um médico e um engenheiro.
O advogado será executado primeiro. Ele é levado à guilhotina, o padre o abençoa, e ele coloca o pescoço no cadafalso. O carrasco solta a lâmina, que cai e para na metade do percurso. Aproveitando a oportunidade, o padre reage imediatamente:
- Senhores, Deus não quis que este homem morresse. Temos que libertá-lo.
O carrasco concorda e o advogado é solto.
O próximo será o médico. Mesmo ritual. E quando a lâmina é solta, novamente para na metade do percurso. Outra vez o padre pede para libertá-lo e o carrasco o atende.
Enfim, é a vez do engenheiro. O padre o abençoa. E quando o engenheiro coloca sua cabeça no cadafalso, dá uma olhadela para cima e diz:
- Ah, sim! Ali está o problema. O trilho da lâmina está emperrado! Passem um pouco de graxa!
Pessoas viciadas em trabalho sempre existiram. Mas parece que o número só aumenta desde a  última década. Alta competitividade, vaidade, ganância, sobrevivência ou necessidade de provar algo a alguém ou a si mesmo podem ser causas.
O chamado workaholic geralmente não consegue se desligar do trabalho, mesmo fora dele. Isso traz desvantagens, como deixar de lado seu parceiro, filhos, amigos e perda de qualidade de vida. Aparece insônia, surtos de mau-humor, atitudes agressivas em situações de pressão ou desconformidade com os resultados esperados.  
O viciado em trabalho carece de ajuda profissional e também de alguém que o auxilie a enxergar esta necessidade, já que ele mesmo a negará insistentemente.
Para finalizar, faço menção de duas frases de Millor Fernandes.
Frase 1: “Trabalho é o primeiro adorável amante a nos abandonar na velhice!” .... e a frase 2: não muito delicada, diz: “Quem se mata de trabalhar merece mesmo morrer”.
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sexta-feira, janeiro 09, 2015

A CARREIRA PROFISSIONAL E SEU GRANDE DESAFIO

ABRAHAM SHAPIRO

Há alguns anos, eu estava numa sala de espera, quando comecei a conversar com um rapaz. Após as apresentações, ele disse ser formado em administração de empresas. Falou de sua faculdade, dos professores e quando concluiu, eu perguntei:
- Sei que você “é” administrador. Mas você “está” administrador?
- Como assim? – ele perguntou.
Eu expliquei:
-  Após ter-se graduado e talvez já conseguido um emprego, o que tem feito para adquirir mais conhecimento na sua área?
Ele ficou ali me olhando, indeciso, como se eu tivesse dito uma espantosa heresia.
Existe uma expressão importante para a vida profissional de todo mundo. Ela é: “autodesenvolvimento”.
Autodesenvolver-se é “investir esforço em melhorar mais... e continuamente”.
Você se formou? Ótimo. Continue estudando. Não matriculando-se em cursos, mas lendo livros, revistas e outras fontes de informação... para desenvolver a visão, a capacidade de entendimento e de discernir. Você vai precisar.
Um curso de graduação não é o mesmo que autodesenvolver-se como produto da sua atitude em vista de aumentar o seu valor pessoal. É de valor que estou falando, não de dinheiro ou de ficar rico.  Somar valor a si, para depois “entregar” ou transferir este valor através de um trabalho e, assim, ser recompensado com dinheiro, méritos e a devida honra. É nutrir-se com paixão pelo que você faz, para só depois de realizar um trabalho de resultados, obter os ganhos a ele referentes.
Providencie um lugar em sua casa para começar o seu programa pessoal. Marque data e hora para a leitura regular de algum periódico. Registre as ideias úteis e as inspirações que você tiver nestes momentos. Faça disso uma rotina saudável, assim como alimentar-se corretamente, tomar sol, caminhar e beber muita água.
O diploma não é um fim, mas o início da carreira profissional, que é um combate, uma luta que, como qualquer outra, terá vencedores e perdedores. O que é preciso saber? A vitória pertence exclusivamente a quem atua com rigor para melhorar sempre, continuamente, ... e sem ruptura com este compromisso.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quinta-feira, janeiro 08, 2015

CONSULTORIA, OUTRAS PROFISSÕES E CONFIDENCIALIDADE

ABRAHAM SHAPIRO

Há poucos dias, uma família empresária decidiu elaborar um planejamento financeiro. Contratou a orientação de um profissional certificado para sua concepção e implementação.  Só que eles tiveram algum temor sobre a prestação de informações a este consultor, especialmente quanto à permanência dos dados na confidencialidade.
Muitas pessoas têm essa dúvida em várias circunstâncias que envolvem consultoria. De fato, a confidencialidade é um tema pouco tratado.
Um relacionamento de confiança só pode ser construído sob o entendimento de que as informações serão empregadas de forma discreta e segura, e não aleatoriamente.
A atitude de um profissional consultor e outros envolvidos nestes serviços deve ser tão relevante quanto a lei que trata de sigilo bancário. Aliás, vale lembrar que confidencialidade é um dos princípios do Código de Ética e Responsabilidade Profissional da maioria das profissões – senão de todas. O profissional que se filia a seu Conselho Federal está aderindo formal e automaticamente a seu respectivo código, comprometendo-se a respeitar o espírito, os princípios e as regras nele contidas.
Um consultor de qualquer área deverá tratar as informações de seu cliente como confidenciais mediante sua guarda e proteção de forma a permitir acesso prudente apenas às pessoas autorizadas. A exceção ocorrerá somente em resposta a processos legais ou para satisfação da legislação e regulamentação oficiais vigentes.
No entanto, é importante pontuar que, com certa frequência, a confidencialidade acaba ferida pelo próprio cliente. Falta de cuidado nas comunicações – em especial através de mídias sociais –, e-mails, telefone e outros meios são alguns exemplos. Por experiência eu mesmo já presenciei a guarda imprudente de documentos, assim como excesso de confiança em conversas informais em locais públicos ou com familiares e amigos que não precisavam estar a par do assunto.
Um consultor com experiência, sucesso na carreira e comprometimento com a boa educação irá corresponder a estes quesitos sem nenhuma reserva, vez que, do contrário, poderá sofrer sanções.
No dia a dia fala-se pouco sobre confidencialidade.  Sua falta incomoda muito. Em caso de dúvida, não custa redigir um contrato que coloque tudo debaixo da mesma perspectiva para ambas as partes.
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quarta-feira, janeiro 07, 2015

CONSULTORIA



A realidade de 99% das empresas frente às boas consultorias. 

Gentileza de Reinaldo Siqueira, gerente comercial da Dinamica Merchandising.




COMO QUEIMAR POR COMPLETO A CAPACIDADE DE PRODUZIR

ABRAHAM SHAPIRO

Dedicação exagerada à atividade profissional, desejo de ser o melhor, demonstrar alto grau de desempenho, medir a autoestima pelo sucesso... Estes até poderiam ser os objetivos de uma carreira. Mas, antes, podem ser os sintomas de uma doença chamada Síndrome de Burnout.
Herbert Freudenberger
A palavra vem do inglês, e significa “queimar por completo”. Trata-se de um mal que provoca esgotamento por causas profissionais. Foi estudado pelo psicanalista Freudenberger, após, curiosamente, constatá-lo em si mesmo, nos anos 1970.
Como se desenvolve a Síndrome de Burnout?
O indivíduo começa a trabalhar com obsessão, sem se importar com limites. Ele quer se afirmar pelo desejo compulsivo de realização.  
Nessa busca sem freios, o profissional mostra problemas psicológicos, como a necessidade de fazer tudo sozinho – sem delegar tarefa a outros –, trabalhar a qualquer hora e mostrando descaso com as necessidades pessoais – comer, dormir, estar com amigos. Ele se isola e sua única medida da autoestima é o trabalho.
Aparece, então, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão. Porém, ele terá tendência a negar seus sintomas com certa dose de agressão e cinismo.
A Síndrome de Burnout provém de esforços excessivos no trabalho sem intervalos para recuperação.
Limites são indispensáveis em tudo nesta vida. Um ótimo passo inicial para isso é estabelecer períodos de parada entre as tarefas funcionais. Isto pode incluir atividades físicas frequentes.
Outro apoio importante consiste em adotar um programa de melhoria na produtividade individual. Assim, consegue-se melhor administração do tempo.
Uma poderosa ferramenta – paralela a estas medidas – é “dar e receber feedback”. Quando feito de modo sistemático e profissional, respeitando-se regras de boas práticas, chega-se a benefícios tanto para a saúde da empresa quanto de seus colaboradores. De fato, pois “Mentes sãs em corporações sãs” não é uma opção. É um imperativo.
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terça-feira, janeiro 06, 2015

COMO AFUNDAR UMA EMPRESA: ESTUDO DE CASO

ABRAHAM SHAPIRO

PUBLICADO NA FOLHA DE LONDRINA EM 05 DE JANEIRO DE 2015 - A Gisele é gestora de uma das empresas mais organizadas que conheço do setor do agronegócio. Dada necessidade de crescimento de sua companhia, chegou a hora de adquirir um software de gestão, que antigamente chamava E.R.P.
Eu fui consultado e dei referências e contatos das empresas que conheço. Uma delas, bastante grande, por sinal, tem escritório de vendas em várias cidades, inclusive Londrina.
A Gisele iniciou o processo de busca.
A primeira, agendou prontamente a visita de um profissional. Ele apresentou sua empresa rapidamente e explicou vantagens e benefícios de seu sistema. Foi claro, assertivo e técnico. Pesquisou as necessidades que levaram a Gisele a dar este passo, anotou e desenhou tudo. Retornou à sua base, escreveu uma proposta e agendou nova visita para entregá-la em mãos. A Gisele o recebeu novamente, leu o documento, ouviu a exposição dos pontos, expressou dúvidas e o representante superou todas as objeções, esclarecendo detalhes sobre a implantação, custos e planejamento ideal do cronograma.
A segunda empresa também mandou um funcionário visitar a Gisele. Ele fez uma longa apresentação, recheada de elogios de seus bons resultados, e uma apologia à marca que, segundo a Gisele, lembrava muito um programa do horário político gratuito. Após isso, o rapaz deixou um belíssimo catálogo explicativo e tomou seu caminho de volta. Não fez entrevista alguma e, por isso, não conheceu as necessidades da empresa.
Três semanas depois, um vendedor fez contato telefônico para agendar uma videoconferência. Pelo bate-papo digital, ele explicou alguns pontos genéricos de seu software, não abordou detalhes e nem abriu espaço para que a Gisele falasse. Ela apenas pediu um orçamento antes de agradecer e despedir-se dele.
Ele remeteu o orçamento... por e-mail... trinta dias após a videoconferência... quando a Gisele já havia fechado a compra com a primeira empresa.
Indignação? É o mínimo diante deste quadro.
A história ocorreu exatamente assim, creia. E a razão de sua narrativa é mostrar o poder de destruição que se concentra nas mãos – ou na cabeça – de um funcionário não treinado. O que ele faz quando não há procedimentos? Terá iniciativas e ações aleatórias, imaginando frutos garantidos e estar realizando algo fantástico pelo cliente e por sua organização.
Enquanto a primeira empresa atuou com agilidade e objetividade calculadas, a segunda fez o contrário. E, como eu disse, seus profissionais estão crentes em que fizeram tudo certo. E sabe o que? Desconhecem o fato da Gisele já ter assinado contrato com o concorrente. E jamais saberão a razão de terem perdido.
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segunda-feira, janeiro 05, 2015

VÍDEO PROFISSÃO ATITUDE: SURPRESAS DE QUEM PRIORIZA O ATENDIMENTO

ABRAHAM SHAPIRO


Há uma recompensa surpreendente para quem presta o melhor atendimento possível a um cliente.

Veja neste vídeo o que é.



Clique na imagem para assistir

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ALMOÇO DE NEGÓCIO E CARA DE PAU

ABRAHAM SHAPIRO

Eu almoçava com um empresário de Cascavel, Paraná. Era um encontro de prospecção de negócio que eu fazia. A mais de uma hora discutíamos nossas várias possibilidades de parceria quando um rapaz muito simplório se aproximou e, pedindo licença educadamente, dirigiu-se ao meu acompanhante, perguntando:
- O senhor é o primo do Felipe?
E o meu convidado:
- Sim, sou.
O rapaz tirou um cartão do bolso, entregou-o ao meu cliente e disse:
- A minha empresa de instalações já está funcionando. Estamos em condições de lhe prestar aquele serviço de que o senhor falou ao Felipe. Por favor, faça contato conosco.
Então agradeceu, deu as costas e se foi.
Ficamos ali por mais meia hora. Eu esclareci as dúvidas do futuro cliente, paguei a conta, levantamos e caminhamos para o estacionamento. Antes da despedida, marcamos novo encontro para dali quinze dias.
Ao entrar no carro, eu refleti sobre a simplicidade e rapidez com que o jovem abordou o meu cliente contando apenas com um cartão de visitas e a referência de um tal Felipe.
Eu, por minha vez, investi R$ 150,00 num almoço para ser ouvido e teria ainda um novo encontro dias depois para chegar ao ponto a que o rapaz conseguiu em não mais do que 3 minutos de ação focada e objetiva.
Quantas pessoas deixam de comprar ou vender e perdem oportunidades incríveis por conta da vergonha de aproximar-se de um potencial cliente e transmitir seu recado com brevidade e simplicidade!?! Este é o ponto!
Eu ouvi dizer que Deus criou o mundo dedicando boa parte da possibilidade de sucesso a uma categoria especial de pessoas. São aquelas que, não olhando para suas fraquezas ou limitações pessoais, agem visando o objetivo de seus planos. Sabe quem são? Os caras de pau.
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segunda-feira, dezembro 29, 2014

MENSAGEM DE ANO NOVO



Queridos amigos e leitores do Blog Profissão Atitude
Mais um ano vai-se embora... outro já chegando... e, graças a D-us, nós continuamos por aqui! E-le quis que permanecêssemos vivos. Façamos, portanto, valer esta condição como uma dádiva verdadeira e única.
Ao ler esta mensagem, saiba que você é importante para mim e que faz diferença na minha vida cada vez que lê ou compartilha as minhas postagens.
Desejo a você e a todos os seus que D-us lhes conceda um  ano novo bom e doce, com muitas alegrias, integridade na saúde física, mental e espiritual de cada um, juntamente dos seus mais queridos.   
Que a consciência limpa e o mais puro sentimento de liberdade e fraternidade estejam em seu coração todo o tempo.

Que ao deitar-se, você prove a mais pura sensação de não ter feito alguém sofrer. E que ao levantar-se, na manhã seguinte, você esteja apto a dizer:  "Obrigado, D-us, por mais um dia. Vou me esforçar para fazer valer este presente maravilhoso que é esta vida concedida por misericórdia e bondade a fim de que eu seja o seu sócio em fazer deste mundo um lugar bom e justo".

Forte abraco a todos vocês.


ABRAHAM SHAPIRO


sexta-feira, dezembro 26, 2014

SER RICO E PERDER TUDO

ABRAHAM SHAPIRO


A primeira lição sobre o dinheiro é que a roda da fortuna gira. Quem hoje está em cima poderá ir para baixo no momento seguinte... ou em anos, como tantas vezes já se viu. Suportar emocionalmente tal carga exige  mais do que se calcula enquanto a conta corrente estiver gorda e a mesa farta.  Requer preparo de alma e compreensão de vida em elevados níveis. Mas quando se tem dinheiro, a regra é pensar que tudo está firme e imutável. Aprender sobre a vida é para “gente pobre” ou para os sábios – que geralmente são pobres. Coincidência? Não sei!

O problema dos ricos que perderam tudo não é só o dinheiro que se foi, mas a segurança que julgavam possuir e viram sublimar como éter em frasco aberto, ou seja, num piscar de olhos, junto de sua fé, crenças centrais e bem-estar exuberante. Por isso, quem passou por isto se ressente com facilidade infantil. Torna-se melindroso, "dodói" demais, capaz de interpretar tudo o que se diz  como contrariedades frontais a eles - mesmo  sem intenção.

Se este é o seu caso, supere-o. E rápido! Comece deixando de  colecionar motivos para revolta. Que vantagem há nisso? Concordo que ser pobre não é honra alguma. Mas  humildade é virtude em qualquer condição social! E reconhecer a sua condição atual, lançar-se na luta pelo sustento com fé verdadeira em D-us e trabalho duro é o único modo de sair deste “lugar”.

A sua cura psicológica está em recomeçar... pela via do esforço. E simultaneamente,  deixar para trás a inveja e a cobiça dos velhos amigos que prosseguem na fortuna. Eles não são mais o seu mundo. Afaste-se deles para o seu próprio bem. Que tal ser inteligente, agora que há espaço? Agora só resta juntar-se à classe da qual você faz parte. Em uma palavra: desapegue-se!

Finalmente, preciso registrar isso. Observei, com dor e pesar, que aqueles que se gabam em proclamar aos quatro ventos que confiam em D-us são os que mais sofrem quando veem-se pobres. Demonstram, assim, estar neles a prova cabal da diferença astronômica e eterna entre falar e viver na prática o que se diz.
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terça-feira, dezembro 23, 2014

VÍDEO PROFISSÃO ATITUDE: PAZ NA EMPRESA

ABRAHAM SHAPIRO

Será possível ter paz no ambiente corporativo? Este vídeo esclarece a complexa situação.

Para assistir, basta clicar na foto abaixo.





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sábado, dezembro 20, 2014

MENSAGEM DE NATAL AOS CRISTÃOS

-

Nossa mensagem de Natal a todos os nossos amigos cristãos.

Clique sobre a imagem abaixo



sexta-feira, dezembro 19, 2014

OBJETIVO, ESTRATÉGIA E TÁTICA: CONCEITOS BÁSICOS

ABRAHAM SHAPIRO

Qualquer criança sabe que objetivo é um resultado que desejamos alcançar. Conceito fácil!
O difícil, em qualquer circunstância, é responder a pergunta: “Como atingir objetivos?”
Resposta: “Por meio de estratégias”.
E como se põe em prática uma estratégia? Através de táticas.
Vamos organizar os conceitos.
Estratégia é o plano de ação amplo projetado para um determinado prazo.
Já a tática é a manobra ou “plano de ação de curto prazo” que visa os pontos estabelecidos na estratégia.
Entenda que a tática é também um plano. Contudo, a tática é limitada ao tempo imediato e é composta de ações práticas.
Uma visão simplificada mostra que as táticas realizam uma estratégia. Enquanto a estratégia determina de modo amplo “o que” deve ser realizado para se atingir um objetivo, a tática se ocupa, de forma mais pontual e restrita, de “como” a meta será perseguida e alcançada.
Tática e estratégia se complementam.
A estratégia é o quadro todo, a planta total. As táticas são ações específicas criadas e selecionadas para realizar a estratégia.
Táticas devem ser objetivas e mensuráveis pois dão suporte à estratégia.
A estratégia, por sua vez, suporta o objetivo.
O mais importante: uma estratégia correta e clara fará a tática funcionar melhor, exercendo menos pressão sobre sua execução. Ambas, porém, – estratégia e tática –, carecem de análises precisas e detalhadas para que a meta seja alcançada.
Não é de qualquer jeito ou instantaneamente que se planejam ações importantes. Isto exige análises, atenção e cuidado.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quinta-feira, dezembro 18, 2014

AS BOAS SURPRESAS DE QUEM PRIORIZA O SERVIÇO

ABRAHAM SHAPIRO

O Rafael é um vendedor e tanto. Ele não perde chance alguma de negócio. Dia desses, fazendo uma viagem curta para visitar um cliente, ele viu algo brilhar na beira da estrada. Era uma lâmpada igual à da história do Aladim. Parou o carro, pegou o objeto e, não resistindo à tentação de esfregá-lo com a manga do paletó, levou um susto quando, do nada, apareceu um gênio que lhe propôs:
- “Você tem direito a três pedidos”.
Ao ouvir isso, Rafael ficou tão excitado que, foi logo perguntando:
- “Direito a três pedidos? Só um minutinho, por favor”.
Entrou no carro, abriu sua maleta e voltou ao gênio com um bloco de papéis em mãos, dizendo:
- “Qual o valor e em nome de quem eu devo preencher os três pedidos? Vou emiti-los agora mesmo. Assim o senhor já assina, e os detalhes ficam pra depois”.

Diariamente há profissionais em todo lugar se lamentando por sua má sorte ou pelos aspectos negativos que surgem em seu trabalho.
Eu gostaria de perguntar a cada um deles: “Você tem aproveitado todas as oportunidades que chegam até você referentes ao seu negócio ou função?”
Se você é o gerente de um banco, corretor de imóveis, garçom, secretária ou empresário,  diga-me, por favor, como anda o seu esforço para levar boas coisas aos outros, especialmente os seus clientes? Ou prefere esperar as oportunidades chegarem e bater à sua porta?
Sabe a razão da minha pergunta? É que existe uma relação direta entre “não perder chances de realizar coisas boas pelos outros” e “obter prazer e contentamento no trabalho e na vida”.
A alegria de uma profissão – qualquer uma – está contida no ato de servir. Servir bem é uma atitude que resulta, sempre, em prazer e satisfação. O lucro, o ganho, a recompensa? Isto não passa de mera consequência, um efeito inesperado e surpreendente!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, dezembro 17, 2014

NEGOCIAR COM PRECISÃO

ABRAHAM SHAPIRO


Conversa entre pai e filho:
- Filho, quero que você se case com uma moça que eu escolhi.
O filho, atônito, responde:
- Mas pai, eu quero escolher a minha futura mulher.
E o pai:
- Meu rapaz, ela é a filha do Bill Gates.
E o filho:
- Bem, é claro que eu aceito.

Então o Pai vai encontrar Bill Gates.
- Bill, eu tenho o marido ideal para a sua filha.
E Bill Gates:
- Mas a minha filha não está interessada em se casar.
E o pai
- Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial.
O fundador da Microsoft, sem pestanejar, responde:
- Neste caso, está feito! Eu adoraria ter este genro!

Finalmente, o Pai vai ao presidente do Banco Mundial.
- Sr. Presidente, eu tenho um jovem que é perfeitamente recomendável a ser seu vice-presidente.
E o executivo:
- Mas eu já tenho muitos vice-presidentes. Inclusive mais do que o necessário.
E o pai:
- Mas, senhor, não se trata de um qualquer. É ninguém mais que o genro do Bill Gates.
E o Presidente,
- É óbvio que ele está contratado. Traga-o para assumir o cargo na próxima segunda-feira.

Moral da história: Não existe negociação perdida. Tudo depende de uma boa estratégia...  e de clareza nas intenções.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

terça-feira, dezembro 16, 2014

NÃO CONTE COM MILAGRES

ABRAHAM SHAPIRO

PUBLICADO NA FOLHA DE LONDRINA DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014 - Fui procurado por dois presidentes de associações comerciais da região em busca de ideias para aumentar o movimento no comércio de suas cidades. Ameaçados pelos grandes centros metropolitanos vizinhos, que implantam campanhas de atração ao consumidor, eles sofrem com o esvaziamento das lojas de seus associados.
De fato, com pouquíssimos recursos e amargando há meses as consequências da queda no consumo, as pequenas cidades das regiões metropolitanas vivem um verdadeiro drama com a queda de demanda. Então o que fazem? Aqueles dois tiveram a fantástica ideia de investir em palestras de motivação aos comerciários.
Muitas vezes o desespero leva à tolice. É o caso. Eis a pergunta que eu lhes fiz: “Você acredita, mesmo, que uma palestra de motivação seja a melhor saída para libertar os comerciantes da desgraça da baixa demanda?” Absolutamente: jamais.
Entre tantas ações a implementar com o fim de melhorar o cenário atual do comércio sem que se invista dinheiro em efeitos ilusórios e inócuos, muitas são simples, racionais e, apesar de só trazerem resultado no médio e longo prazos, serão percebidas pelo consumidor e provocarão estímulo à compra. 
A primeira da lista é: atendimento. E a segunda: técnicas de venda ao varejo!
Uma concessionária de veículos de Londrina, por exemplo, melhorou os resultados individuais de seus vendedores depois de um treinamento sob medida que integrou negociação e psicologia de vendas. É claro que seus vendedores sabiam tudo sobre carros.  Mas na hora do fechamento, travavam. E  saíam derrotados pela falta de conhecimentos complementares e autocontrole. O projeto teve custo acessível e aumentou a conversão de clientes potenciais em compradores efetivos. Além disso, a empresa fez valer seus investimentos em propaganda e conta hoje com um time capacitado e competente para os objetivos do negócio.
Em tempos de dinheiro curto e competitividade larga, olhar para a realidade é mais lucrativo do que sonhar.
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segunda-feira, dezembro 15, 2014

FAÇA DO SEU ATENDIMENTO UM MOTIVO DE GRATIDÃO DOS SEUS CLIENTES

ABRAHAM SHAPIRO

Eu tive a honra de conhecer o senhor Ty Boyd – uma das maiores autoridades mundiais na área de atendimento ao cliente. Quando participei de um de seus seminários, achava que fosse ouvir um discurso clichê, sem nenhum acréscimo a tudo o que já li e leio sobre expectativas de clientes. Errei feio! Ele mudou dramaticamente meu modo de encarar o atendimento. E foi com a energia que recebi dele que remodelei todos as orientações e treinamentos de atendimento que sou solicitado a dar no dia a dia.
O especialista em atendimento Ty Boyd
Divido com você cinco lições que aprendi com  Mr Ty Boyd:
1ª:  Atendimento satisfatório não é mais aceitável. O atendimento mínimo tem que ser 100%. Não adianta tentar começar um processo passo-a-passo. Essa alternativa não existe. Ou você começa com uma equipe perfeitamente treinada ou não terá como sustentar seu negócio por muito tempo.
2ª lição. A percepção do cliente é a realidade.... e não a sua ou a da sua esposa – por mais refinados que vocês sejam.
3ª lição. Um erro deve ser encarado sempre como uma chance de ouro para a empresa se aprimorar. Todo e qualquer problema tem o poder de criar reorganizações benéficas desde que postas em prática e não fiquem só no papel ou na intenção.
4ª lição. Faça o cliente se sentir importante. Ele perceberá isso. Funciona como um vínculo entre ele e o seu negócio. Todo mundo gosta e busca estar onde se sente importante.
5ª lição. Aprenda e aprenda e depois reaprenda a fazer perguntas para, só depois, descobrir o que o seu cliente espera do atendimento. E tão logo descubra, faça. Aja concentrado nas conclusões que você obtiver.
Finalmente, mesmo que você já saiba, vou recordar uma antiga sabedoria da civilização ocidental. “A prática mais importante para o bom desempenho de qualquer homem de negócio é ouvir”.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

domingo, dezembro 14, 2014

NO AR: NOVO VÍDEO PROFISSÃO ATITUDE

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Mude radicalmente o seu acesso às oportunidades da vida: aprenda a explorar o modo de comunicar as suas ideias e de interpretar os diálogos que você mantém com os seus interlocutores.

É o que aconselhamos neste novo vídeo Profissão Atitude:


AS MILHARES DE POSSIBILIDADES AO SEU ALCANCE



clique na foto para acessar



sexta-feira, dezembro 12, 2014

MALDITO ATENDIMENTO

ABRAHAM SHAPIRO


Com incrível frequência ficamos desapontados com o atendimento que nos dão. O que fazemos? Procuramos outro lugar. E é isso mesmo que devemos fazer quando mal atendidos.
Atendimento ao cliente é um dos termos mais amaldiçoados que existem.
É espantoso! A empresa conseguiu realizar a venda. Mas daí, num belo dia, por causa de uma atitude indiferente, um acompanhamento fraco, um serviço pela metade, lentidão ou por uma lista enorme de outros fatores, ela perde o cliente em quem tanto investiu até conquistar.
Luta e investe um monte de dinheiro, para jogar tudo fora num instante. E sabe o que torna esta realidade mais ridícula? Quando o motivo da perda do cliente é orgulho, arrogância ou despreparo do pessoal. Parece absurdo. No entanto é o que acontece milhares de vezes todos os dias em cada metro quadrado de uma loja, um supermercado, escritório ou fábrica!
Todo mundo já amaldiçoou algum atendimento.
E o que dizer daquele empresário que fala sobre atendimento com funcionários e colegas com ares de doutor, quando, na prática, também ele e sua empresa estão reprovados?
Faça aqui a análise do seu atendimento:
- De zero a dez, qual a qualidade do atendimento ao cliente da sua empresa, sendo 0 péssimo e 10 excelente?
- Como você sabe?
- Após a venda, você se preocupa em manter o cliente com a mesma intensidade que se esforçou para conquistá-lo? Ou você acha mesmo que por ele ter comprado de você vai prosseguir o resto da vida?
- O que é “sucesso” para o seu negócio? Lucros?
- Quanto você investiu em treinamento de atendimento para o seu pessoal, este ano?
- Você gosta de livros e palestras? Quanto disso você consegue pôr em prática?
Atendimento é como o lançamento de um foguete ao espaço ou uma cirurgia no coração. Um detalhe desprezível põe tudo a perder. E na falta de orientação, autocrítica  e treinamento prático, tudo se perde, mesmo!
Você não é o “super-híper-bambam” do atendimento. Seja humilde e reconheça o contrário. Esforce-se todos os dias para melhorar junto da sua equipe e não pare nunca. Um minuto de desleixo é suficiente para interromper a sua trajetória no mundo dos negócios!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quinta-feira, dezembro 11, 2014

AS TRÊS SUPER-VISÕES DE WALT DISNEY

ABRAHAM SHAPIRO

No Brasil, a palavra usada para um lampejo de inteligência e clareza súbita na mente é “sacada”. O correto, porém, seria sacação.
Poucas pessoas têm sacações ao longo da vida. Walt Disney teve três. Três ideias fantásticas. Três visões que representaram extraordinária ruptura no tecido das regras pelas quais o mundo vivia até então.
Qualquer grande empreendedor teve como ponto de partida alguma sacação, ou sacada,  que vislumbrou por acidente. Em quase todos os casos, isto acontece apenas uma vez na vida.
Difícil é aguentar aqueles que, depois de terem sido bem-sucedidos uma vez, acham-se iluminados por uma inspiração etérea a ponto de ter novas sacações para qualquer direção em que olharem. Isto é ilusão. Uma das pouquíssimas exceções foi com Disney.
A primeira visão fenomenal de Walt Disney aconteceu ao perceber que o cinema mudaria o mundo do entretenimento. Tornou-se o pioneiro do desenho animado, chegando à perfeição já na década de 1930 com Branca de Neve e os Sete Anões. Sua empresa domina o mercado até hoje.
A segunda foi quando Disney anteviu que o carro mudaria o modo como a família buscava entretenimento. Começando, nos anos 50, com a Disneylândia da Califórnia,  ele passou a dominar a indústria de parques temáticos.
A terceira sacação de Disney foi ao vislumbrar que a televisão seria uma mídia diferente de todas as outras. Criou uma indústria que produziria um fluxo interminável de conteúdo para este mercado.
Acima de tudo, o maior exemplo deixado por Disney não está nos negócios. Diferentemente dos sortudos que têm uma sacação na hora certa, ele nunca se gloriou de suas visões e nem reputou-se como um gênio. Ele abraçou seus desafios, enfrentou obstáculos complexos, inimigos poderosos e, por esta atitude, sim, converteu-se num autêntico modelo de sucesso e liderança, num mundo em que quase todos medem o alcance das metas apenas por dinheiro e lucro.
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quarta-feira, dezembro 10, 2014

ANTES DE CONFIAR OU CRER, PESQUISE MELHOR

ABRAHAM SHAPIRO

Um fazendeiro chega à beira de um rio com sua criação de bois e pergunta a um menino próximo:
- Este rio é fundo, garoto?
O menino responde:
- A criação do meu pai passa com a água no peito!
Confiante, o fazendeiro conduz seu rebanho através do rio e lá pelo meio do percurso, os animais começam a se afogar. Desesperado, ele volta ao menino:
- Não é possível! O que é a criação do seu pai?
E o guri:
-Ele cria patos, senhor.
Esse tipo de diálogo, com semelhante resultado trágico, ocorre muitas vezes... em todos os lugares deste planeta. 
Eu faço uma pergunta pensando x. O outro responde considerando y. O que esta conversa produz? Divergência. Desentendimento.
Cada indivíduo embasa suas conclusões em pressupostos pessoais e próprios, diferentes de todos os outros seres humanos. Isto nos obriga a especificar mais e melhor o que desejamos saber da pessoa com quem conversamos, especialmente quando nós estamos fazendo as perguntas. E tem mais: precisamos falar especificamente, sem rodeio ou explicações desnecessárias que só afastam o interlocutor do objetivo. Deste modo descobriremos o que ele está pensando realmente e se a resposta que der é concernente ou não ao que desejamos saber.
Quando aquele garoto usou a expressão “a criação do meu pai”, o fazendeiro assumiu ser “uma criação de bois e vacas” e não fez a próxima pergunta básica que esclareceria todo o diálogo: “O que é que o seu pai cria?” Se a fizesse, tudo terminaria bem.
Portanto, jamais calcule que as pessoas estão vendo as coisas do mesmo modo que você. Em quase 100% das vezes elas não estão vendo, nem pensando e nem ouvindo como você. Vai pagar para ver? Se você gosta de prejuízo, pague!
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terça-feira, dezembro 09, 2014

GESTOR E ALFAIATE: PONTOS EM COMUM

ABRAHAM SHAPIRO

Hoje em dia já não é hábito as pessoas irem ao alfaiate para produzir suas roupas. Encontra-se quase tudo pronto nas lojas. Tanto é que o número destes profissionais diminuiu nas últimas décadas. Você vai a um magazine, acha uma peça que se encaixe mais ou menos ao seu corpo e depois a leva a um costureiro só para os ajustes. Parece mais cômodo.
Mas quem faz questão de elegância, ainda mantém suas melhores roupas confeccionadas por alfaiates. Talvez por isso a profissão ainda não desapareceu.
Tailor-made é uma expressão inglesa cuja tradução exata é ‘SOB MEDIDA’. No entanto, a palavra tailor significa alfaiate.
Veja esta particularidade. Você sabia que, mesmo fazendo um terno novo por semana, o seu alfaiate faria questão de tirar todas as suas medidas cada vez que você o procurasse? Mesmo que você acreditasse não ter mudado muito, ele iria conferir.
A lição? "Fazer sob medida" exige que todas as métricas sejam conferidas. Sempre. E sem exceção.  Na prática da gestão, significa jamais assumir a ideia de que a situação anterior manteve-se inalterada até agora. Tudo muda. E muitas vezes – muitas, eu disse! –  nós não percebemos.
Se hoje desejamos acertar, devemos nos ater às atuais condições após medi-las, ainda que, aos nossos olhos, elas se assemelhem muito com as de ontem. Vale conferir.
Um gerente profissional também não fará aproximações.  Nem arredondamentos. O que ele sabe fazer melhor é analisar cada circunstância independente das demais. Sua habilidade em concluir particularidades é um atributo intrínseco de sua função. Ele está atento e, por isso, não se apoia sobre convicções ou dados falsos, mas enfrentará o “novo” a partir de suas “medidas atualizadas”.
Um gestor competente tem muito em comum com o alfaiate. Ele mede antes de concluir! Afinal, como disse o pai da administração moderna: “O que não pode ser medido, não pode ser administrado”.
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segunda-feira, dezembro 08, 2014

SUPERE A INCOMPETÊNCIA JÁ!

ABRAHAM SHAPIRO


ARTIGO PUBLICADO NA FOLHA DE LONDRINA EM 08 DE DEZEMBRO DE 2014 - Mude um incompetente de lugar ou de função quantas vezes quiser e puder, e você verá que ele continua incompetente.
Incompetência é doença. Grave. E a lição definitiva a respeito é: “Incompetência não é questão de espaço físico ou cargo. É uma insuficiência essencial. Só se conserta com aprimoramento dedicado e assíduo do próprio incompetente, mediante vigoroso interesse”.
Um exemplo modesto: o que as pessoas ingênuas fazem para resolver problemas conjugais? Uma viagem. Ou engravidam. Mesmo os tontos sabem que nenhuma das duas soluções resolve. Igualmente mudar um incompetente de função.  Ou de lugar.
Quando a incompetência é uma situação técnica, treinamento e desenvolvimento podem mudar o quadro.  Se desvio de comportamento ou ignorância, é bem mais difícil. Somente após o sujeito reconhecer sua necessidade e apresentar disposição para mudar, ele estará no ponto para o início do processo – seja via aconselhamento, coaching, mentoring ou tutela educacional.
Tive clientes que delegaram aos nossos cuidados seus filhos para que os preparássemos à sucessão em seus negócios. Muitos daqueles jovens eram realmente problemáticos, mimados ou mal educados, apesar de bem alimentados e inteligentes. Com o levantamento que fizemos, chegamos a um diagnóstico e ao melhor caminho por onde os levaríamos ao objetivo desejado. Hoje, muitos deles já estão à cabeça de grandes empresas. Outros, às portas de assumir. Mas desafortunadamente há os incompetentes, os que desistiram, optando por prosseguir na boa vida com que seus pais imaginaram educa-los, sem calcular que o método só criaria homens e mulheres com dinheiro no bolso e débeis para a vida e o trabalho.
Incompetência é comparável a um incêndio. Quanto mais se retarda a agir, maiores são os estragos.
Como vacinar a sua empresa contra esta praga destrutiva? Fortaleça os critérios de seleção de novos funcionários. Aproveite que o desemprego começa a mostrar a face pelo mau desempenho da economia. Quanto aos que você já tem, substitua-os. Será mais fácil e mais barato.
Todo cuidado é pouco. Trazer um novo incompetente para dentro da organização ou permitir que um veterano permaneça é um risco comparável apenas a estar amarrado diante de um leão. Escapar da tragédia é peremptoriamente impossível!​
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