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terça-feira, junho 30, 2015

VENDAS.... DICAS PARA GENTE GRANDE

ABRAHAM SHAPIRO

Você conseguirá vender mais e melhor.
Primeiro: comece a entender o que está acontecendo com o negócio do seu cliente. Saiba números e busque informações que o coloque no mesmo nível de conhecimento que ele.
Segundo: não pense nunca mais em resolver o seu problema ou o da sua empresa por meio das vendas. Decida resolver o problema do seu cliente. Isso será um diferencial excepcional. E assim que ele perceber, você verá quantos sentimentos novos acontecerão no modo como tudo se transcorre entre vocês. A novidade mais bacana será a sinergia.
Um conceito que aprendi num livro de Stephen Covey diz que “sinergia é o poderoso resultado ao qual se chega quando dois ou mais seres humanos respeitosos decidem, juntos, ir além de suas ideias preconcebidas para enfrentar um grande desafio. É quando 1 mais 1 é igual a 10, 100 ou mesmo 1000.”
Proponha-se a ajudar  o cliente a superar um grande desafio. Para isso, você terá de se predispor a ir além das suas ideias preconcebidas sobre o que é venda.
É difícil. Ir além das nossas ideias preconcebidas próprias é das mais difíceis tarefas. O mais comum e natural é o vendedor apegar-se como louco a seu ponto de vista pessoal. Ele acha que tem um produto ou serviço muito bom e que o cliente precisa daquilo para resolver qualquer problema.
A minha proposta é diferente. Ainda que a sua oferta seja fantástica para o cliente, adote uma atitude de sinergia com ele: você e o seu produto ou serviço ajudando-o a resolver algo junto dele, formando uma parelha com ele.
Pode crer. Tão logo você sinta que esta energia se transforma em habilidade e emoção de criar uma nova realidade na relação com o seu cliente, você verá que a realidade atual é melhor que a realidade anterior. E os seus resultados muito mais sólidos.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

sexta-feira, junho 26, 2015

O PASSADO, O PRESENTE E A NECESSIDADE DE UM MENTOR

ABRAHAM SHAPIRO


A esposa ou o marido que esquece um ato de traição do passado não está curada/curado da tendência que a(o) levou a cometê-lo. Assim também qualquer outro erro, falha ou desvio pessoal.
Legar fatos e atitudes ao passado, ao esquecimento ou a evitar mencioná-los é o motivo de não se conseguir dar a resposta devida aos desafios do presente. Enfrentar aqueles fatos, atitudes até destruir ou sanar suas causas e a tendência que o levou a cometê-los é o que, de fato e verdadeiramente, define-se como superá-los. Aí é que está a cura!
No entanto, assim como algumas pessoas se recusam a ver seus defeitos, há aquelas que insistem em cavar muito profundo, perseguindo os porquês de todas suas falhas e fazendo exigências exageradas sobre suas vidas. Eventualmente, eles entram em colapso por exaustão, ou pior, chutam a continuidade de sua existência com ressentimento ou se aprisionam ao passado.
É por isso que ninguém deve ir sozinha nessa jornada. Todos precisam de um mentor –  alguém que pode olhar para os fatos objetivamente e tem o poder de dizer: "Este é o lugar onde você está agora. Isto é o que você pode esperar de si mesmo no presente a fim de vencê-lo e prosseguir rumo ao futuro."
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

COMO MELHORAR O SEU DESEMPENHO PESSOAL

ABRAHAM SHAPIRO

ARTIGO PUBLICADO NA FOLHA DE LONDRINA DE 09 DE FEVEREIRO DE 2015 

Ana é uma garota de classe média, cujos costumes familiares englobam as mais rigorosas regras de higiene doméstica e pessoal.
De criança, com os cabelos curtos, até hoje, aos 28 anos e lindos cabelos compridos, Ana mantém o hábito de lavar e secá-los todos os dias. Para ela é uma conduta de saúde e asseio.
Recentemente, Ana começou a trabalhar numa empresa onde há várias mulheres de sua faixa etária. São bonitas, graduadas e alinhadas no vestir. Entre todas de quem se aproximou, Teresa é quem ela julga bela, rica e atraente.
Numa roda de bate-papo no café, certo dia Tereza menciona que lava seus cabelos três vezes por semana. As colegas aprovam o costume, pois julgam o tratamento diário uma rotina difícil e nada prática. Ana discorda, revelando às demais que mantém seu tempo ajustado para lavar e secar seus cabelos todas manhãs.
O tempo passa. A admiração de Ana por Tereza cresce. Elas estão mais próximas agora. Ana percebe na amiga sinais de uma reputação dinâmica, bem-sucedida e desejável.
Numa bela manhã de domingo, Ana acorda, vai ao banho, como de hábito, e decide não lavar seus cabelos. “É domingo”, ela pensa, “não sairei de casa, meus cabelos estão limpos e, apesar do verão, o dia anterior não foi agitado”. Aos poucos, ela adere ao comportamento de Teresa.
O que se passa nesta cena?
A visão de sucesso que Ana abstraiu de Teresa, somada à admiração pelos aspectos físicos, converteu-se em atributo de superioridade da amiga. Este processo abriu seu pensamento a influenciar-se por um hábito de Teresa que, nesse momento, é leve e inocente, mas é a porta de entrada para modelar outros conceitos além dos que se limitam à beleza e feminilidade da colega de trabalho.
Isto se chama “influência”.
Quando você toma por modelo alguém cujas qualidades pessoais ou competências são um padrão de virtude e comportamento, esta influência pode ser positiva e elevar a qualidade das suas atitudes.
No entanto, em se tratando de aspectos subjetivos como: beleza, modo de vestir-se, aparência física e outros, os resultados podem ser negativos e conflitantes com valores familiares, religiosos, heranças da criação e personalidade.  Estas mudanças podem representar uma queda no conjunto de traços individuais e perdas na capacidade de diferenciar-se. É quando a pessoa se torna uma cópia ou imitação.
Analise quem são os seus heróis pessoais. Quem são aqueles em quem você mira ou procura emparelhar-se a fim de reduzir a dor pessoal com o seu “ser”.  Lembre-se que são gente como você. Tiveram as mesmas oportunidades e riscos. Devem ter empreendido esforços imensos para chegar onde chegaram.
Em vez de imitar, não acha mais inteligente: conhecer e fortalecer os seus próprios pontos fortes e trabalhar sobre os fracos a fim de ser um excelente “você mesmo” e, talvez, imitado por outros?______________________ 


Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

sexta-feira, janeiro 16, 2015

O INGREDIENTE QUE NINGUÉM IMAGINA PARA O SUCESSO

ABRAHAM SHAPIRO

De 0 a 10, com que nota você conceituaria a sua paciência, sendo 0: “Não tenho nenhuma” e 10: “Eu mereço a medalha de ouro porque a de prata vai para velho e bom Jó, da Bíblia”?
Você já ouvir sobre uma pesquisa que envolveu crianças de quatro anos de idade. Elas são separadas individualmente em várias salas. O pesquisador põe um marshmallow diante de cada uma, e diz: "Você pode comê-lo agora. Caso não coma, eu sairei por um momento, e ao retornar trarei outro marshmallow, e você ficará com dois".
Algumas crianças comem o doce imediatamente.
Outras esperam alguns poucos minutos e cedem à tentação.
Mas há as determinadas, que esperam.
O vídeo do experimento mostra as que fecham os olhos, as que cantam, outras que chegam a cochilar, porém, resistem até o retorno do pesquisador que lhes dá o segundo marshmallow como merecida conquista.
E agora o melhor desta pesquisa. Depois de anos de acompanhamento, constatou-se que as crianças resistentes à espera da segunda guloseima cresceram mais bem ajustadas, tiveram caráter forte, autoconfiante e tornaram-se adolescentes mais seguros.
A pesquisa comprovou que ter paciência para adiar uma gratificação instantânea em favor de um benefício maior no futuro é a principal característica de quem chega ao sucesso.
Paciência é importante para a vida e para o trabalho. Se é o que lhe falta, pode aprender  com vontade e esforço. Sem ela, no entanto, perde-se o sabor da vida. Talvez seja algo parecido com comer sem mastigar.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

segunda-feira, janeiro 12, 2015

WORKAHOLIC

ABRAHAM SHAPIRO

Durante a Revolução Francesa milhares de pessoas foram guilhotinadas. Certo dia, três homens esperavam sua execução: um advogado, um médico e um engenheiro.
O advogado será executado primeiro. Ele é levado à guilhotina, o padre o abençoa, e ele coloca o pescoço no cadafalso. O carrasco solta a lâmina, que cai e para na metade do percurso. Aproveitando a oportunidade, o padre reage imediatamente:
- Senhores, Deus não quis que este homem morresse. Temos que libertá-lo.
O carrasco concorda e o advogado é solto.
O próximo será o médico. Mesmo ritual. E quando a lâmina é solta, novamente para na metade do percurso. Outra vez o padre pede para libertá-lo e o carrasco o atende.
Enfim, é a vez do engenheiro. O padre o abençoa. E quando o engenheiro coloca sua cabeça no cadafalso, dá uma olhadela para cima e diz:
- Ah, sim! Ali está o problema. O trilho da lâmina está emperrado! Passem um pouco de graxa!
Pessoas viciadas em trabalho sempre existiram. Mas parece que o número só aumenta desde a  última década. Alta competitividade, vaidade, ganância, sobrevivência ou necessidade de provar algo a alguém ou a si mesmo podem ser causas.
O chamado workaholic geralmente não consegue se desligar do trabalho, mesmo fora dele. Isso traz desvantagens, como deixar de lado seu parceiro, filhos, amigos e perda de qualidade de vida. Aparece insônia, surtos de mau-humor, atitudes agressivas em situações de pressão ou desconformidade com os resultados esperados.  
O viciado em trabalho carece de ajuda profissional e também de alguém que o auxilie a enxergar esta necessidade, já que ele mesmo a negará insistentemente.
Para finalizar, faço menção de duas frases de Millor Fernandes.
Frase 1: “Trabalho é o primeiro adorável amante a nos abandonar na velhice!” .... e a frase 2: não muito delicada, diz: “Quem se mata de trabalhar merece mesmo morrer”.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, janeiro 07, 2015

COMO QUEIMAR POR COMPLETO A CAPACIDADE DE PRODUZIR

ABRAHAM SHAPIRO

Dedicação exagerada à atividade profissional, desejo de ser o melhor, demonstrar alto grau de desempenho, medir a autoestima pelo sucesso... Estes até poderiam ser os objetivos de uma carreira. Mas, antes, podem ser os sintomas de uma doença chamada Síndrome de Burnout.
Herbert Freudenberger
A palavra vem do inglês, e significa “queimar por completo”. Trata-se de um mal que provoca esgotamento por causas profissionais. Foi estudado pelo psicanalista Freudenberger, após, curiosamente, constatá-lo em si mesmo, nos anos 1970.
Como se desenvolve a Síndrome de Burnout?
O indivíduo começa a trabalhar com obsessão, sem se importar com limites. Ele quer se afirmar pelo desejo compulsivo de realização.  
Nessa busca sem freios, o profissional mostra problemas psicológicos, como a necessidade de fazer tudo sozinho – sem delegar tarefa a outros –, trabalhar a qualquer hora e mostrando descaso com as necessidades pessoais – comer, dormir, estar com amigos. Ele se isola e sua única medida da autoestima é o trabalho.
Aparece, então, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão. Porém, ele terá tendência a negar seus sintomas com certa dose de agressão e cinismo.
A Síndrome de Burnout provém de esforços excessivos no trabalho sem intervalos para recuperação.
Limites são indispensáveis em tudo nesta vida. Um ótimo passo inicial para isso é estabelecer períodos de parada entre as tarefas funcionais. Isto pode incluir atividades físicas frequentes.
Outro apoio importante consiste em adotar um programa de melhoria na produtividade individual. Assim, consegue-se melhor administração do tempo.
Uma poderosa ferramenta – paralela a estas medidas – é “dar e receber feedback”. Quando feito de modo sistemático e profissional, respeitando-se regras de boas práticas, chega-se a benefícios tanto para a saúde da empresa quanto de seus colaboradores. De fato, pois “Mentes sãs em corporações sãs” não é uma opção. É um imperativo.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, dezembro 10, 2014

ANTES DE CONFIAR OU CRER, PESQUISE MELHOR

ABRAHAM SHAPIRO

Um fazendeiro chega à beira de um rio com sua criação de bois e pergunta a um menino próximo:
- Este rio é fundo, garoto?
O menino responde:
- A criação do meu pai passa com a água no peito!
Confiante, o fazendeiro conduz seu rebanho através do rio e lá pelo meio do percurso, os animais começam a se afogar. Desesperado, ele volta ao menino:
- Não é possível! O que é a criação do seu pai?
E o guri:
-Ele cria patos, senhor.
Esse tipo de diálogo, com semelhante resultado trágico, ocorre muitas vezes... em todos os lugares deste planeta. 
Eu faço uma pergunta pensando x. O outro responde considerando y. O que esta conversa produz? Divergência. Desentendimento.
Cada indivíduo embasa suas conclusões em pressupostos pessoais e próprios, diferentes de todos os outros seres humanos. Isto nos obriga a especificar mais e melhor o que desejamos saber da pessoa com quem conversamos, especialmente quando nós estamos fazendo as perguntas. E tem mais: precisamos falar especificamente, sem rodeio ou explicações desnecessárias que só afastam o interlocutor do objetivo. Deste modo descobriremos o que ele está pensando realmente e se a resposta que der é concernente ou não ao que desejamos saber.
Quando aquele garoto usou a expressão “a criação do meu pai”, o fazendeiro assumiu ser “uma criação de bois e vacas” e não fez a próxima pergunta básica que esclareceria todo o diálogo: “O que é que o seu pai cria?” Se a fizesse, tudo terminaria bem.
Portanto, jamais calcule que as pessoas estão vendo as coisas do mesmo modo que você. Em quase 100% das vezes elas não estão vendo, nem pensando e nem ouvindo como você. Vai pagar para ver? Se você gosta de prejuízo, pague!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

sexta-feira, dezembro 05, 2014

PRONTIDÃO COMO MEDIDA DA APRENDIZAGEM

ABRAHAM SHAPIRO

Prontidão é um conceito da psicologia organizacional. Trata-se de um estado que se define pela associação de duas componentes distintas. A primeira é: “ter uma habilidade”. E a segunda: “estar disposto a desempenhá-la”. Portanto,
  • Se uma pessoa tem uma habilidade, mas não disposição para pô-la em prática, ela não está pronta.
  • Igualmente, se apenas estiver disposta e cheia de ânimo em fazer algo, mas não tiver a habilidade requerida para isso, ela também não estará pronta.
Todos os dias, inúmeras pessoas são admitidas para as muitas funções nas empresas. Algumas são treinadas.  No Brasil, muitas não são. A verdade referente a isto é que treinar não basta.
Dependendo das condições, treinar pode até ser desperdício de dinheiro por representar um simples consolo à consciência dos gestores. Necessário e imperativo é alternar qualquer treinamento com suas devidas práticas. Por quê? É o que possibilita averiguar se o treinando está ou não absorvendo de fato as lições transmitidas e com que intensidade.
Um engenheiro contava a seus colegas de trabalho que havia ensinado seu cão pastor a cantar. Desconfiados da façanha, os colegas concordaram em averiguar o fato in loco. Chegando aonde o cão se encontrava, foram logo solicitando que cantasse. Por mais que insistissem, o simpático pastor limitava-se a apenas mostrar a língua e a cheirá-los, sem emitir som algum. Os rapazes, frustrados, questionaram o engenheiro por que o cão não cantava. Então ele respondeu:
– Bem, amigos, eu disse que eu o havia ensinado a cantar. Não falei nada de que ele aprendeu!
Moral da história: Ensinar ou treinar não é tudo. O processo só estará completo quando o aprendiz apresentar “prontidão”, isto é, comprovar ter desenvolvido a respectiva habilidade, e mostrar disposição de empregá-la com o objetivo ao qual ela se destina.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

segunda-feira, novembro 17, 2014

PAZ NA EMPRESA

ABRAHAM SHAPIRO

PUBLICADO NA FOLHA DE LONDRINA 17 DE NOVEMBRO DE 2014 - Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica, se desentendia frequentemente com o chefe de produção de sua fábrica. Diz a história que, certo dia, a imprensa divulgou uma charge de ambos se agredindo mutuamente.
Um repórter, aproximando-se do inventor, aproveitou-se do desenho do jornal para fazer uma pergunta incômoda:
– Mr Edison, é verdade o que dizem de você agredir seu gerente com uma bengala e ele revidar com uma chave-fixa?
Ao que Edison respondeu:
– Isto é mentira! Às vezes nós trocamos.
Não é preciso dizer que relacionamento nas organizações é coisa séria. Há empresas por aí onde as pessoas vivem num verdadeiro campo de guerra. Chefes que jogam funcionários contra outros acreditando que isto aumenta seu poder de domínio; sócios que se desrespeitam achando que terão maior autonomia ou que imporão seus interesses pessoais à força... e outros tantos frutos da imaginação de quem nutre intenção diabólica na mente!
Mas tudo isso não passa de ilusão e desvio. Não existe vantagem alguma em alimentar a competição entre membros de uma equipe. A meta devia ser inspirar as pessoas para se tornarem mais autoconfiantes e, consequentemente, melhores profissionais na busca por resultados com qualidade.
Hoje em dia, ninguém mais se deixa oprimir a troco de salário. Todos sabem como se defender. E frente a este cenário, o patrão que ainda não aprendeu esta lição por bem, talvez tenha que pagar caro num tribunal por danos morais e ofensas. Isto é péssimo, além de estúpido!!!
Quanto ao conflito entre sócios, a regra a se pôr em prática é: mentes sãs em corporações sãs. O contrário disso é insanidade!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, novembro 12, 2014

VOCÊ SURROU O SEU FILHO HOJE?

ABRAHAM SHAPIRO


Cheguei ao responsável por Recrutamento e Seleção da indústria e perguntei:
- “Como você escolhe o melhor candidato para uma vaga da sua empresa?
Ele começou a explicar seus critérios. Eu o esperei terminar e então lhe disse:
-  Acaso você não pensou ou desejou fazer-me uma pergunta antes de iniciar a sua explicação?
E ele:
- Não, senhor.
Então eu sugeri:
- Que tal: “O que significa ‘o melhor candidato’?” Observe a lógica. Dois anos atrás, a escassez de mão de obra definia ‘o melhor candidato a uma vaga’ um profissional com perfil bem inferior ao que hoje é possível selecionar, pois, o cenário mudou, e isso possibilita padrões mais exigentes de qualidade.
Vamos ao ponto. O que está em pauta aqui não é processo de seleção, mas – antes e mais importante –  a capacidade de fazer boas perguntas com o intuito de trazer luz à situação em discussão..  
Questionar é importante, em qualquer circunstância. Por que? Tudo é dinâmico. O pensamento estático identifica-se conformista, resignado, submisso.
No entanto, aquilo em que você crê hoje poderá mudar nos próximos meses ou anos. E muda! Hábitos, costumes, a economia, a filosofia....
Portanto, antes de expressar o que pensamos ou responder ao que as pessoas perguntam, temos direito – e o dever – de buscar clareza para melhor entender e, consequentemente, melhor responder.
Imagine alguém dizer:
- Quantas vezes você surra os seus filhos durante a semana?
Certamente você iria querer mais detalhes: “Surrar meus filhos? Do que você está falando?”
É isso. Mas não só às situações em que a sua moral ou reputação está em jogo. Porém, em qualquer ocasião.
Faça perguntas. Investigue antes de responder. Aceitar de pronto o que as pessoas dizem não é boa educação, mas renúncia a pensar. Mostre interesse constante em trazer mais luz. Deseje entendimento e tudo será melhor... muito melhor!  
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

terça-feira, novembro 11, 2014

QUEM RI QUANDO TUDO DEU ERRADO...

ABRAHAM SHAPIRO


A culpa faz nascer a pior das perspectivas. Empurra-nos para a tragédia das comparações. Começamos a achar que o mundo inteiro é ótimo enquanto nós somos imprestáveis.
Livre-se da culpa.
Na empresa, quem ri quando tudo deu errado, é que já descobriu em quem pôr a culpa.
Há aqueles que dizem: “A culpa é minha! Eu a jogo em quem eu quiser”.
Ter alguém a quem culpar é cruel. Mas culpar-se e assumir que tudo deu errado por sua causa é ainda pior.
Já que tudo tem uma utilidade neste mundo, qual será a utilidade da culpa? Eu sei o que de pior ela faz às pessoas. Ela derruba a autoestima no chão.
Em lugar da culpa, que tal fazer-se a pergunta: “O que tenho a aprender com isso?”
Por que não assumir outros pontos de vista diferentes daquele habitual e viciado? Ou ver a situação pela ótica da neutralidade? Um observador imparcial vê mais amplo. E pode analisar bem. Pelo prisma da culpa vê-se de tudo, exceto esperança.
Que tal arrependimento em vez de culpa? Perdeu R$ 20,00 por causa de um furo no boldo? Você tem duas alternativas. Primeira: sentir culpa, voltar pra casa praguejando e xingando todos. A segunda é analisar, entender, e agir... linha, agulha e costurar o bolso. Pronto. Não há mais buraco. Não se perde outro dinheiro assim.
Arrepender-se é reconhecer um prejuízo e saber que erros são caros demais para serem repetidos. É ter consciência de uma oportunidade perdida, mas após isto, rearranjar as condições e esforçar-se para não errar novamente. Haverá uma nova meta – seja de vida, seja de negócio. É positivo.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quinta-feira, novembro 06, 2014

A CONSTELAÇÃO DE POSSIBILIDADES QUE HÁ DENTRO DE VOCÊ

ABRAHAM SHAPIRO


Um rei teve um pesadelo em que via cair todos os dentes de sua boca. Chamou o mais importante dos magos da corte e questionou-o sobre o significado do sonho. O mago respondeu:
- Majestade, vejo que lamentavelmente toda a vossa família morrerá, e só vós ficareis vivo.
As palavras enfureceram o monarca fazendo-o perder o controle a ponto de ordenar que o mago fosse preso e torturado.
Então, ele convocou outro mago menos importante. Quando este se apresentou, o rei narrou seu pesadelo.  O mago sabendo o que havia sucedido antes dele, fez suas considerações:
- Com vossa permissão, majestade. Vejo não tratar-se de um pesadelo, mas de um sonho bom para vós e todo o reino. Vossa Majestade será longeva e viverá por mais tempo do que todos os membros de sua família.
Ouvindo isto, o semblante do rei se abriu, transfigurando-se em alegria. Recompensou o mago com riquezas e honrou-o dando-lhe uma promoção a conselheiro real.

Se você não sabe, aprenda agora. Existem ao menos seiscentas mil maneiras diferentes de se interpretar qualquer situação.
Aquele vício bitolado de enxergar só duas alternativas comprova um modelo mental restrito, preguiçoso e nada criativo de quem pensa assim. Isso traz sofrimento. E muito!
Façamos um teste: de quantas maneiras diferentes você é capaz de contar a história dos três porquinhos?
Force o raciocínio a buscar outros caminhos em tudo. Você será mais flexível, versátil e terá descoberto uma constelação de novas possibilidades que esteve escondida por anos bem aí, dentro do seu cérebro.
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, outubro 29, 2014

COMO CALCULAR A SUA AUTOESTIMA

ABRAHAM SHAPIRO


Uma das teorias sobre como calcular a autoestima propõe um binômio da seguinte forma: 
AUTOESTIMA= SUCESSO / PRETENSÃO
O resultado ideal é próximo de 1  para que corresponda a 100%.
Se você tem algum sucesso, porém pretensões mais elevadas, sua autoestima será menor do que 1, e será baixa.
Suponha que você tenha um ótimo trabalho, seja um bom pai –  ou mãe –,  viva a vida com saúde e atinja objetivos constantes.  Se as suas pretensões forem o dobro deste sucesso,  sua autoestima assumirá o  valor de 50%. Ou seja, você não estaria enxergando o sucesso que já possui, mas apenas o que ainda pretende ter. Sua visão não é realista, pois você impõe uma pretensão grande demais sobre si.   Por outro lado, se as suas pretensões fossem proporcionais ao sucesso real que você alcança, sua autoestima estaria equilibrada.
Diferente do que muitos pensam ou sentem, o mundo de hoje nos bombardeia o tempo todo com pensamentos negativos a respeito de nós próprios. Tudo à nossa volta visa causar o aumento vertiginoso das pretensões individuais de cada um.  Isto é o fazem as propagandas ao despertar o desejo de tudo em todos.
Um caso emblemático comprova isto. Em 1959, a indústria Matel de brinquedos comercializou pela primeira vez a boneca Barbie. Em cinquenta e cinco anos de existência são quase 1,5 bilhões  de exemplares vendidos.  As medidas com que esta boneca foi construída – e mantêm-se até hoje – são inumanas.  Quando se projetam suas dimensões para a escala de uma mulher com 1,70 m de altura, constata-se que sua cintura, busto e tudo mais seriam incompatíveis com qualquer ser humano.
Coisas assim semearam estigmas nas populações durante décadas.  Aos poucos, as pessoas desenvolveram baixa autoestima por não terem o corpo ideal ditado pela Barbie. Frustradas, elas pensam: “Não sou ideal”, “Sou cheia de defeitos”, “Sou um fracasso”.
Quer mais? Há 25 anos, uma top model tinha seu peso 8% menor que a média das mulheres normais. Hoje, este número já chega a 25% sobre a mesma base de peso. Se existem oito ou dez top models internacionais desfilando para as grandes grifes da moda em todo o mundo, como será possível que quase quatro bilhões de mulheres pretendam mirar-se nelas como protótipo do corpo de seus sonhos?
Nossa tendência diante de tudo é a distorção. Caminhamos para a mais negativa das visões, e a prova está na epidemia de declarações degradantes, do tipo: “Você é um funcionário incompetente”, “O seu corpo está fora do padrão”, “Você é horrível”. O que isto produz? Venda garantida de botox, silicone, peelings e outros tantos efeitos especiais. E a mais: drogas de todos os tipos a preços bastante acessíveis, para todas as classes.
Visão de sucesso nula. Pretensões estelares. Resultado da conta: autoestima no chão. Se não estivermos assim, já estamos bem próximos disso.
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Abraham Shapiro é consultor e coach com especialidade em 1. Sucessão em Empresas Familiares - facilitando a relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e 2. Gestão: orientando a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

domingo, outubro 26, 2014

VÍDEO PROFISSÃO ATITUDE: MUDE O SEU REFERENCIAL

ABRAHAM SHAPIRO

Mude, mude.... o mundo pede, as pessoas pedem, a vida, você mesmo carece disso.
Mas como mudar?
O quer mudar?
Este vídeo ajuda a chegar a estas respostas.
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

sexta-feira, outubro 24, 2014

VÍDEO PROFISSÃO ATITUDE: O VENENO DA PROCRASTINAÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO


Neste vídeo você saberá como mudar a tendência natural à procrastinação da grande maioria dos seres humanos.
Basta clicar na imagem abaixo. 
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

sexta-feira, outubro 17, 2014

A FÓRMULA DO SUCESSO EM VENDAS

ABRAHAM SHAPIRO

Eu assisti a um filme. Chama-se: “O Sucesso a Qualquer Preço”, de 1992. Quatro corretores de imóveis disputam entre si o melhor desempenho para manter-se no emprego. Os tempos estão difíceis naquele momento. Eles são pressionados por um novo gerente de vendas que promete um carro último modelo para o melhor deles, um conjunto de facas de churrasco ao 2º colocado, e o "olho da rua" para o 3º. E diz não mais haver lugar para fracassados ali. Quem apresentar resultado terá acesso a uma lista de clientes potenciais para melhorar suas vendas.
O filme explora uma crença errada de vendedores em geral. Certa vez, numa convenção de vendedores de seguros, o conferencista perguntou: “Quem daqui quer uma lista de pessoas que desejam fazer seguro agora?” Todos levantaram a mão. Não havia lista nenhuma. Mas qualquer vendedor acha que seu sucesso depende de alguém lhe arrumar uma lista de interessados potenciais nos produtos que ele vende. Ele acredita que isto o fará vender. Este é o erro.
Resultado em vendas só se consegue pelo emprego de algo que pode ser dito em uma só verbo: TRABALHAR. Ou em duas: TRABALHAR DURO. Ou em quatro: TRABALHAR DURO COM INTELIGÊNCIA.
Não existe mágica. Não há fórmula.  Muito trabalho inteligente. Se houver um pouco mais, este pouco certamente será: sorte!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

sexta-feira, outubro 10, 2014

MUDE O SEU REFERENCIAL

ABRAHAM SHAPIRO

A linda jovem viajou para o casamento da amiga. Minutos antes de sair para a cerimônia, ela entorna um cálice de vinho sem querer e espirra no vestido. Transtornada, ela pensa nas possíveis medidas: encontrar uma lavanderia a jato, pedir um vestido emprestado a alguém ou...  ir ao casamento com o vestido como estava.
Ela decide ir-se com o vestido assim mesmo.  
E se alguém perguntasse? Ela conclui que sua resposta seria: “Foi um acidente. Mas não me importo porque eu quero é estar aqui e me alegrar com o casamento da minha melhor amiga”.  A outra resposta possível? “Eu sou azarada!” ...  e passar o resto do tempo queixando-se por seu infortúnio.
Quando eu decido que o mundo é um desastre, e é horrível estar aqui, a minha vida é determinada por esta decisão.
Mas existe outra opção: ver o que é bom... e viver por isso.
O problema é que quase nunca sabemos o que querer.
Neste mar infinito de potenciais que existe dentro de nós, passamos a existência viciados nas opções de baixíssima qualidade e empregando sempre os mesmos recursos fracos.
Quando você tiver um tempo, pare e observe algo que talvez nunca constatou.  O que se passa dentro de você é o que determina o que acontece fora de você, e não o contrário!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

terça-feira, outubro 07, 2014

O VENENO DA PROCRASTINAÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO

Conheço pessoas que adiam tudo indefinidamente. Eu já fiz isso. Mas corrigi.
A procrastinação é irmã gêmea da incompetência. É um vício, uma fraqueza, inimiga mortal dos sonhos. Mais do que qualquer força controlável a procrastinação substitui visões viáveis e promissoras por desculpas falidas e derrotadas.
Quando temos uma inspiração, alimentamos o desejo de realizá-la. É quando estamos no topo das nossas potencialidades, repletos de energia para agir. Se começarmos a adiar em vez de “pôr mãos à obra”, veremos a força diminuindo e, muito em breve, estará fraca, quando não extinta.

É isso o que explica o grande volume de pessoas malhando em academias ou nas praias no começo de cada ano. Fila nas esteiras, caminhada ao nascer do sol, alimentação saudável, suplementos...  Dois ou três meses depois, como estão esses lugares? Vazios. Quase todos desapareceram. Quase todos foram vítimas de um mal chamado “Queda da Intenção”.
Qual é o segredo do sucesso de uma decisão? O que você decidir hoje só terá força amanhã e na semana que vem se você decidir novamente, com o mesmo entusiasmo, amanhã e na semana que vem. Tome aquela decisão todos os dias porque agir é uma estratégia, mas também um modo de pensar ou o resultado de uma postura mental adequada.
Não espere acontecer. Aja. Adiar é a receita que transforma inspirações valiosas em pó da terra ou palha seca que o vento leva.
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quarta-feira, setembro 24, 2014

INTOLERÁVEIS DIFERENÇAS

ABRAHAM SHAPIRO

As pessoas são diferentes. Elas agem diferente e pensam diferente. Diferem em produtividade, em habilidade e talento. Variam em sua propensão para alcançar resultados de alta qualidade. Diferem na maneira pela qual querem ser empoderadas e envolvidas. Diferem no estilo de liderança que preferem e de que necessitam. Diferem em suas necessidades de contato com outras pessoas. Diferem na qualidade de comprometimento e lealdade à empresa, em seu nível de autoestima e autoconfiança.
A maior sabedoria para se usar na construção de bons relacionamentos é jamais julgar. Faça tudo o que estiver a seu alcance para compreender as condições e as limitações dos demais.
Ninguém é igual a ninguém. Todas as pessoas têm defeitos e qualidades que as fazem únicas de tal forma que cada uma tem todo um conjunto de linguagem emocional e uma forma de lidar com a sociedade que é só sua.
Cada um é um. Cada um é único.
O problema disso começa e se agrava quando se deseja impor seu jeito individual de ser aos demais, criando ruídos, uma dificuldade imensa de comunicação e trazendo dor e sofrimento para ambas as partes.
Por conter todos os tipos possíveis de indivíduos, o que é muito positivo, a sociedade se beneficia da diversidade. São as nossas diferenças que garantem a inovação e a criatividade – fatores que mais contribuem para que não haja estagnação. Uma prova disso? Basta declarar sobre determinado assunto que não há mais nada a desenvolver, e logo aparece alguém que o avalia sob outra ótica, enxerga pontos até então despercebidos e ... lá vem mudança!
Um sujeito colocava flores no túmulo de um parente, quando viu um oriental colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele dá uma risada, vira-se para o oriental e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
O oriental pensa um pouco, e responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História: Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma elevada virtude que o ser humano pode ter.
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sexta-feira, setembro 19, 2014

FAZER O MELHOR x FAZER TUDO

ABRAHAM SHAPIRO










A necessidade de se sentir importante tem sido cada vez mais identificada como um dos elementos básicos da natureza humana. Em especial hoje em dia, todos desejam ser respeitados.
Mas infelizmente poucos indivíduos têm em si uma fonte genuína de auto respeito. A maioria depende do que os outros acham ou de como os julgam. Outros acreditam que é preciso ter algum talento especial para ser admirado. É por isso que apresentar-se pela profissão ou pela função que se desempenha é o meio mais comum como a gente se apresenta. Se conseguirmos impressionar, então nos sentimos importantes. Do contrário, não.
Mas será que isso se sustenta?
Um dos pontos negativos e comprometedores desta filosofia é o intenso medo de falhar que está presente em quase todo mundo. Nosso medo é que as pessoas que nos rodeiam percam a boa impressão que conquistamos através de tanto malabarismo social. E caso isso aconteça, o castelo de cartas da nossa autoestima cairá por terra.
Esforçar-se para acertar todo o tempo é bom! Mas registre logo na primeira página de seu manual de sobrevivência que se algo der errado - e eventualmente dará - o procedimento padrão a ser seguido é: reflita, aprenda, corrija os seus planos e prossiga.
“Fazer o melhor que posso” ... na verdade é muito diferente de "fazer tudo que posso".
Quando eu digo que estou fazendo o melhor que posso, na verdade estou fazendo o melhor... dentro do meu conforto. E se você tiver alguma experiência ou sabedoria, já deve ter descoberto que fazer um grande trabalho, com esforço e dedicação real, exige que você faça tudo o que pode. E isso incomoda... e também dói “pra chuchu”.
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473