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segunda-feira, julho 20, 2015

PARE. OLHE. ESCUTE! TEMPO DE DESACELERAR

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ABRAHAM SHAPIRO

Você é bom ouvinte? Alguém já reclamou da sua ansiedade, da sua velocidade e de que você sempre tem ideias prontas independentemente do que digam?
A vida de hoje está espantosamente rápida. Veja quantas inovações surgem a cada dia, e como elas chegam rápido às nossas mãos.
As pessoas ficam ocupadas o tempo todo – prazos no trabalho, atividades domésticas, pessoais, da família e outras.
Lembro-me das placas que existiam nas passagens de nível sobre linhas de trens de antigamente. Elas continham a inscrição: "Pare, olhe, escute!" Há uma mensagem fabulosa para o nosso tempo aí, e ela diz: "baixe o seu ritmo" – um desafio incrível, mas não tão difícil. E há um bônus guardado para quem o fizer. Tomar um tempo para desacelerar e observar o que acontece ao nosso redor é o que abre a visão para o invisível presente nas oportunidades.
Já pensou, por exemplo, em como importante será você tornar-se bom ouvinte – entender tudo melhor, compreender o ambiente, colegas, familiares!?
Ver funciona da mesma forma. Quantas vezes damos apenas uma olhada rápida em vez de fixar a visão e enxergar. Neste exercício poderíamos descobrir a resposta a tantos e tantos desafios!
Enfim, desacelere. Quando foi que você conseguiu isso?
Pare. Olhe. Escute. E depois de ter real clareza e consciência, então valerá a pena prosseguir
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

sexta-feira, julho 17, 2015

FORMAR EQUIPES DE SUCESSO: A PRÁTICA QUE FUNCIONA

ABRAHAM SHAPIRO

Alguma vez você chegou a se envolver num projeto na empresa ou na vida pessoal a ponto de nem conseguir mais lembrar por que o começou ou qual seria seu benefício final?
Como se sentiu em relação a isso?
Quase todo mundo tem metas ou uma lista de atividades que deseja realizar. Algumas delas podem parecer inatingíveis por várias razões. Talvez por recursos que não temos, por exigir esforço demais quando não estamos fisicamente capazes de realizá-las, ou até por falta de tempo.
Mas eu me refiro aqui àquelas que não fizemos porque não estávamos com a visão focalizada.
Confesso que já me empolguei facilmente com uma ideia e, passado um tempo, notei que me esqueci do motivo porque comecei trabalhar nela.  É horrível, mas isso acontece.
Certa vez, eu assisti à palestra de um fotógrafo profissional em que ele mostrou uma imagem que parecia ser uma boa foto. Em seguida, ao mostrar outra tirada no mesmo lugar, ela pareceu muito mais impactante. Ele a obteve após ter parado e pensado no objetivo que o levara até aquele local.  
A lição aqui é:
Quando focalizamos as nossas visões, nós nos damos uma direção.
Aí está uma dica prática de grande valor para a gestão de pessoas nas empresas, por exemplo,  na formação ou construção de uma equipe de trabalho. Se em vez de apenas juntarmos pessoas parecidas ou que tenham perfis semelhantes, buscarmos as que tenham a mesma visão em torno dos objetivos, o resultado será melhor.
Compreender o propósito da nossa visão e depois traçar um mapa de como atingiremos as metas é sempre superior do que apenas sair fazendo: um “pulo do gato” para a vida e o trabalho!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

terça-feira, julho 07, 2015

LIÇÃO DE FORÇA E BOM ÂNIMO

ABRAHAM SHAPIRO

- “É incrível”, disse um mestre a seus alunos, “como podemos aprender do comportamento dos animais”.
- “Certa vez, pude observar quando um mosquito acabou ficando preso numa teia de aranha. Ele se debatia e, desesperadamente, tentava se soltar. Enquanto isso a aranha pacientemente observava e aguardava sua vez. Foi só a partir do momento em que o mosquito se deu por vencido e parou que a aranha devagarzinho foi a seu encontro e o dominou.”
“Na vida”, continuou o mestre, “enquanto estamos com força, vitalidade e principalmente alegria, o negativismo não nos ataca. O perigo começa no momento em que desistimos de lutar e nos damos por vencidos!”
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quinta-feira, dezembro 18, 2014

AS BOAS SURPRESAS DE QUEM PRIORIZA O SERVIÇO

ABRAHAM SHAPIRO

O Rafael é um vendedor e tanto. Ele não perde chance alguma de negócio. Dia desses, fazendo uma viagem curta para visitar um cliente, ele viu algo brilhar na beira da estrada. Era uma lâmpada igual à da história do Aladim. Parou o carro, pegou o objeto e, não resistindo à tentação de esfregá-lo com a manga do paletó, levou um susto quando, do nada, apareceu um gênio que lhe propôs:
- “Você tem direito a três pedidos”.
Ao ouvir isso, Rafael ficou tão excitado que, foi logo perguntando:
- “Direito a três pedidos? Só um minutinho, por favor”.
Entrou no carro, abriu sua maleta e voltou ao gênio com um bloco de papéis em mãos, dizendo:
- “Qual o valor e em nome de quem eu devo preencher os três pedidos? Vou emiti-los agora mesmo. Assim o senhor já assina, e os detalhes ficam pra depois”.

Diariamente há profissionais em todo lugar se lamentando por sua má sorte ou pelos aspectos negativos que surgem em seu trabalho.
Eu gostaria de perguntar a cada um deles: “Você tem aproveitado todas as oportunidades que chegam até você referentes ao seu negócio ou função?”
Se você é o gerente de um banco, corretor de imóveis, garçom, secretária ou empresário,  diga-me, por favor, como anda o seu esforço para levar boas coisas aos outros, especialmente os seus clientes? Ou prefere esperar as oportunidades chegarem e bater à sua porta?
Sabe a razão da minha pergunta? É que existe uma relação direta entre “não perder chances de realizar coisas boas pelos outros” e “obter prazer e contentamento no trabalho e na vida”.
A alegria de uma profissão – qualquer uma – está contida no ato de servir. Servir bem é uma atitude que resulta, sempre, em prazer e satisfação. O lucro, o ganho, a recompensa? Isto não passa de mera consequência, um efeito inesperado e surpreendente!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

terça-feira, dezembro 16, 2014

NÃO CONTE COM MILAGRES

ABRAHAM SHAPIRO

PUBLICADO NA FOLHA DE LONDRINA DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014 - Fui procurado por dois presidentes de associações comerciais da região em busca de ideias para aumentar o movimento no comércio de suas cidades. Ameaçados pelos grandes centros metropolitanos vizinhos, que implantam campanhas de atração ao consumidor, eles sofrem com o esvaziamento das lojas de seus associados.
De fato, com pouquíssimos recursos e amargando há meses as consequências da queda no consumo, as pequenas cidades das regiões metropolitanas vivem um verdadeiro drama com a queda de demanda. Então o que fazem? Aqueles dois tiveram a fantástica ideia de investir em palestras de motivação aos comerciários.
Muitas vezes o desespero leva à tolice. É o caso. Eis a pergunta que eu lhes fiz: “Você acredita, mesmo, que uma palestra de motivação seja a melhor saída para libertar os comerciantes da desgraça da baixa demanda?” Absolutamente: jamais.
Entre tantas ações a implementar com o fim de melhorar o cenário atual do comércio sem que se invista dinheiro em efeitos ilusórios e inócuos, muitas são simples, racionais e, apesar de só trazerem resultado no médio e longo prazos, serão percebidas pelo consumidor e provocarão estímulo à compra. 
A primeira da lista é: atendimento. E a segunda: técnicas de venda ao varejo!
Uma concessionária de veículos de Londrina, por exemplo, melhorou os resultados individuais de seus vendedores depois de um treinamento sob medida que integrou negociação e psicologia de vendas. É claro que seus vendedores sabiam tudo sobre carros.  Mas na hora do fechamento, travavam. E  saíam derrotados pela falta de conhecimentos complementares e autocontrole. O projeto teve custo acessível e aumentou a conversão de clientes potenciais em compradores efetivos. Além disso, a empresa fez valer seus investimentos em propaganda e conta hoje com um time capacitado e competente para os objetivos do negócio.
Em tempos de dinheiro curto e competitividade larga, olhar para a realidade é mais lucrativo do que sonhar.
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segunda-feira, dezembro 08, 2014

PARECE ÓBVIO? ENTÃO FAÇA!

ABRAHAM SHAPIRO

Trabalhar em equipe é difícil. Pra começar, uma equipe não tem uma mente independente de seus integrantes.
Quando se fala que a equipe “pensa”, “persegue objetivos” ou “utiliza recursos”, isto são apenas expressões figurativas.
Uma equipe não tem a mesma capacidade de ação que um indivíduo. Mas, o objetivo do trabalho em equipe deve ser que se consiga mais do que o indivíduo faria sozinho.
Imagine um time de futebol executando uma jogada ensaiada de ataque. O ponta-esquerda leva a bola até a linha de fundo do adversário e cruza na direção da trave direita onde o ponta-direita a espera para cabeceá-la para dentro do gol. Nem o ponta-esquerda, nem o ponta-direita conseguem, isoladamente, executar esta jogada. É preciso a coordenação de ambos para que o lance aconteça.
Assim também, nenhuma pessoa consegue, por si só, construir um arranha-céu, fabricar um automóvel ou cantar o coro da Nona Sinfonia de Beethoven. Estas façanhas exigem a existência de um sujeito coletivo.
Onde, então, está o problema do trabalho em equipe? Na vontade de ser uma equipe. 
Para que chegue ao status de “equipe” o grupo sempre irá depender da vontade das pessoas. Aí entra o papel do líder: conseguir convergência da vontade de todos para o mesmo ponto de visão, para o mesmo ideal. Como? Com inspiração, influência, persuasão, treinamento, motivação etc.
A liderança é imprescindível. O líder verdadeiro é aglutinador, sábio e auxilia as pessoas a enxergar além do que elas são capazes por si. Só assim dois é melhor do que um. Só assim um grupo tem o poder verdadeiro de promover transformações e mudanças!
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Abraham Shapiro é consultor e coach, com especialidade em Sucessão em Empresas Familiares como facilitador da relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e Gestão - orienta a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado.  É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". Contatos: shapiro@shapiro.com.br ,  cel: 43. 8814.1473

quarta-feira, outubro 29, 2014

COMO CALCULAR A SUA AUTOESTIMA

ABRAHAM SHAPIRO


Uma das teorias sobre como calcular a autoestima propõe um binômio da seguinte forma: 
AUTOESTIMA= SUCESSO / PRETENSÃO
O resultado ideal é próximo de 1  para que corresponda a 100%.
Se você tem algum sucesso, porém pretensões mais elevadas, sua autoestima será menor do que 1, e será baixa.
Suponha que você tenha um ótimo trabalho, seja um bom pai –  ou mãe –,  viva a vida com saúde e atinja objetivos constantes.  Se as suas pretensões forem o dobro deste sucesso,  sua autoestima assumirá o  valor de 50%. Ou seja, você não estaria enxergando o sucesso que já possui, mas apenas o que ainda pretende ter. Sua visão não é realista, pois você impõe uma pretensão grande demais sobre si.   Por outro lado, se as suas pretensões fossem proporcionais ao sucesso real que você alcança, sua autoestima estaria equilibrada.
Diferente do que muitos pensam ou sentem, o mundo de hoje nos bombardeia o tempo todo com pensamentos negativos a respeito de nós próprios. Tudo à nossa volta visa causar o aumento vertiginoso das pretensões individuais de cada um.  Isto é o fazem as propagandas ao despertar o desejo de tudo em todos.
Um caso emblemático comprova isto. Em 1959, a indústria Matel de brinquedos comercializou pela primeira vez a boneca Barbie. Em cinquenta e cinco anos de existência são quase 1,5 bilhões  de exemplares vendidos.  As medidas com que esta boneca foi construída – e mantêm-se até hoje – são inumanas.  Quando se projetam suas dimensões para a escala de uma mulher com 1,70 m de altura, constata-se que sua cintura, busto e tudo mais seriam incompatíveis com qualquer ser humano.
Coisas assim semearam estigmas nas populações durante décadas.  Aos poucos, as pessoas desenvolveram baixa autoestima por não terem o corpo ideal ditado pela Barbie. Frustradas, elas pensam: “Não sou ideal”, “Sou cheia de defeitos”, “Sou um fracasso”.
Quer mais? Há 25 anos, uma top model tinha seu peso 8% menor que a média das mulheres normais. Hoje, este número já chega a 25% sobre a mesma base de peso. Se existem oito ou dez top models internacionais desfilando para as grandes grifes da moda em todo o mundo, como será possível que quase quatro bilhões de mulheres pretendam mirar-se nelas como protótipo do corpo de seus sonhos?
Nossa tendência diante de tudo é a distorção. Caminhamos para a mais negativa das visões, e a prova está na epidemia de declarações degradantes, do tipo: “Você é um funcionário incompetente”, “O seu corpo está fora do padrão”, “Você é horrível”. O que isto produz? Venda garantida de botox, silicone, peelings e outros tantos efeitos especiais. E a mais: drogas de todos os tipos a preços bastante acessíveis, para todas as classes.
Visão de sucesso nula. Pretensões estelares. Resultado da conta: autoestima no chão. Se não estivermos assim, já estamos bem próximos disso.
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Abraham Shapiro é consultor e coach com especialidade em 1. Sucessão em Empresas Familiares - facilitando a relação entre sucessor e sucedido para que o processo transcorra em paz e com ampla capacitação do sucessor, e 2. Gestão: orientando a empresa para organizar-se de modo a corresponder às necessidades de seu posicionamento no mercado. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

domingo, outubro 26, 2014

VÍDEO PROFISSÃO ATITUDE: MUDE O SEU REFERENCIAL

ABRAHAM SHAPIRO

Mude, mude.... o mundo pede, as pessoas pedem, a vida, você mesmo carece disso.
Mas como mudar?
O quer mudar?
Este vídeo ajuda a chegar a estas respostas.
Clique na foto abaixo e assista.
Se possível, compartilhe.

Clique na foto abaixo e assista
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

sexta-feira, outubro 10, 2014

MUDE O SEU REFERENCIAL

ABRAHAM SHAPIRO

A linda jovem viajou para o casamento da amiga. Minutos antes de sair para a cerimônia, ela entorna um cálice de vinho sem querer e espirra no vestido. Transtornada, ela pensa nas possíveis medidas: encontrar uma lavanderia a jato, pedir um vestido emprestado a alguém ou...  ir ao casamento com o vestido como estava.
Ela decide ir-se com o vestido assim mesmo.  
E se alguém perguntasse? Ela conclui que sua resposta seria: “Foi um acidente. Mas não me importo porque eu quero é estar aqui e me alegrar com o casamento da minha melhor amiga”.  A outra resposta possível? “Eu sou azarada!” ...  e passar o resto do tempo queixando-se por seu infortúnio.
Quando eu decido que o mundo é um desastre, e é horrível estar aqui, a minha vida é determinada por esta decisão.
Mas existe outra opção: ver o que é bom... e viver por isso.
O problema é que quase nunca sabemos o que querer.
Neste mar infinito de potenciais que existe dentro de nós, passamos a existência viciados nas opções de baixíssima qualidade e empregando sempre os mesmos recursos fracos.
Quando você tiver um tempo, pare e observe algo que talvez nunca constatou.  O que se passa dentro de você é o que determina o que acontece fora de você, e não o contrário!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

terça-feira, outubro 07, 2014

O VENENO DA PROCRASTINAÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO

Conheço pessoas que adiam tudo indefinidamente. Eu já fiz isso. Mas corrigi.
A procrastinação é irmã gêmea da incompetência. É um vício, uma fraqueza, inimiga mortal dos sonhos. Mais do que qualquer força controlável a procrastinação substitui visões viáveis e promissoras por desculpas falidas e derrotadas.
Quando temos uma inspiração, alimentamos o desejo de realizá-la. É quando estamos no topo das nossas potencialidades, repletos de energia para agir. Se começarmos a adiar em vez de “pôr mãos à obra”, veremos a força diminuindo e, muito em breve, estará fraca, quando não extinta.

É isso o que explica o grande volume de pessoas malhando em academias ou nas praias no começo de cada ano. Fila nas esteiras, caminhada ao nascer do sol, alimentação saudável, suplementos...  Dois ou três meses depois, como estão esses lugares? Vazios. Quase todos desapareceram. Quase todos foram vítimas de um mal chamado “Queda da Intenção”.
Qual é o segredo do sucesso de uma decisão? O que você decidir hoje só terá força amanhã e na semana que vem se você decidir novamente, com o mesmo entusiasmo, amanhã e na semana que vem. Tome aquela decisão todos os dias porque agir é uma estratégia, mas também um modo de pensar ou o resultado de uma postura mental adequada.
Não espere acontecer. Aja. Adiar é a receita que transforma inspirações valiosas em pó da terra ou palha seca que o vento leva.
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

terça-feira, setembro 23, 2014

AS DUAS PERGUNTAS DEFINITIVAS

ABRAHAM SHAPIRO

- “O que é isso?”
- “E como vamos saber se funcionou?”
Pare por um instante e pense no poder destas duas perguntas. Posso repeti-las? Eu gostaria que você avaliasse seu real impacto. Leia com atenção, por favor:
- “O que é isso?
- “E como vamos saber se funcionou?”
Há uma filosofia por trás delas. É profunda e significativa. Sabe qual?
“Se vale a pena fazer uma coisa, vale a pena conhecê-la antes de fazer”.
Isto é certo. Porque não há nada mais terrível do que pessoas tentando fazer coisas de que nada sabem ou desconhecem... e não têm critério algum que lhes indique se está funcionando, isto é, atingindo ou não os objetivos.
Imagine um martelo. Ele é usado para se fixar pregos na madeira. Depois de usá-lo, é fácil dizer se ele fez bem o trabalho. Aliás, os simples fatos de todos terem clareza sobre a serventia de qualquer martelo e se funciona ou não são as razões básicas porque há tantos bons martelos no mercado.
- “O que é isso?”
- “E como vamos saber se funcionou?”
Você já havia pensado nisso antes? Se ainda não, comece a adotar esta prática em todos os âmbitos da sua vida.
Coloque o conhecimento antes de tudo. Conheça o que você acha que vale a pena fazer. Só então, faça. E não deixe de observar se funcionou e como funcionou!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quinta-feira, agosto 21, 2014

UM MINUTINHO, POR FAVOR!

ABRAHAM SHAPIRO

Comprei a mercadoria. Na hora da emissão da Nota Fiscal, a moça me disse: “Um minutinho, senhor”.
Passaram cinco minutos.
Quando, enfim, peguei a nota e me dirigi ao balcão para apanhar os pacotes, o rapaz pegou o meu ticket e, novamente: “Um minutinho, senhor”.
Lá se foram outros 3 minutos.
Eu, que detesto perder tempo e não tinha nenhum livro para dar um sentido àqueles enervantes minutinhos, pensei que, enfim, havia descoberto o fator de conversão da unidade de tempo “um minutinho”. É a média aritmética entre 5 e 3, ou seja, 4 minutos.
Anote isso. Quando alguém lhe disser: “Um minutinho, por favor”, isto levará pelo menos 4 minutos.
Na verdade, a situação do “um minutinho, por favor” é bem pior que o diminutivo empregado pelos atendentes com intenção de proporcionar tranquilidade ao cliente.  Em caso de vendas de balcão, perdem-se muitas vendas devido à equipe não ter o preparo adequado para oferecer atendimento exíguo e em conformidade ao que espera o cliente.
O vendedor ou atendente viciado em pedir um minutinho mostra a pontinha do imenso iceberg de um modelo de gestão fraco, nutrido principalmente por inconsistências sérias.
A maior dessas inconsistências é a permissividade. Ela acontece quando você sabe que algo está errado e não faz nada, sendo tolerante com os erros.
A permissividade está ligada à falta de gerência, ausência de autoridade e de força para manter processos – quando existem – e pessoas alinhadas aos objetivos da empresa.  Ela é a raiz de todos os males do atendimento, dos vendedores e atendentes padrão “um minutinho”, e por aí vai.
Todos cometemos falhas. Porém, vê-las sob a ótica do conformismo é preguiça, vagabundagem ou talvez uma doença que carece de tratamento.
Aprenda gestão. Trabalhe gestão. Este é o primeiro passo rumo a uma carreira de valor e a uma organização vencedora.
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terça-feira, agosto 19, 2014

INCENTIVO AO MOVIMENTO

ABRAHAM SHAPIRO

Isidor Rabi foi um físico judeu-americano, ganhador do Nobel de Física de 1944 por ter descoberto a Ressonância Magnética. Há uma passagem em sua história de vida que pode ser de grande inspiração para muitas situações do trabalho.
Um repórter quis saber porque o Dr Rabi tornou-se cientista em vez de médico, advogado ou homem de negócios, já que estas são as profissões mais procuradas pelos Judeus. Rabi Respondeu:
- “Minha mãe me fez cientista sem saber. Qualquer mãe judia do Brooklyn perguntaria ao filho que chegasse da escola: ‘Nu? Ou E então? O que você aprendeu de novo hoje?”
Não a minha mãe. Ela me questionava:
- “Você fez uma boa pergunta hoje?”
Eu tenho certeza de que esta preocupação dela em que eu buscasse fazer sempre boas perguntas é que fez de mim um cientista.

Você ainda não descobriu? Perguntas é o que estimula os outros a também fazerem perguntas. E isso causa movimento. Tira as pessoas de seu conforto ou inércia – mesmo que elas detestem interrogações!
Muitos fracassos estão relacionados à ausência de perguntas significativas.
Uma empresa falhou? Faltou um questionamento profundo que investigasse as causas da crise que originou a falha.
Antes, os executivos administravam hierarquias organizadas. Hoje, não.
Antes, os mercados eram caracterizados lentos. Hoje, de modo algum.
Antes, os funcionários seguiam um plano de carreira. Hoje, cada funcionário tem diante de si um número assustador de opções.
Logo, questionar não é opcional, mas uma exigência.
Uma empresa que não estimula o questionamento compromete seu futuro.
Quem não sabe fazer perguntas fundamentais, está sob sério risco.
A passividade é uma droga mortal. Se você está confortável e seguro na certeza de que tudo está bem, uma surpresa desagradável poderá abatê-lo a qualquer momento. E talvez você nem saiba de onde ela surgiu.
Portanto, quando tudo lhe parece bem, ainda aí caberá uma questão. E ela talvez fosse: “Será, mesmo, que tudo vai bem?”
Questione-se! Pergunte-se! Conheça as várias facetas daquilo que parecia definitivo. E não esqueça: “Perguntas causam movimento”.
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terça-feira, agosto 12, 2014

DESMOTIVAÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO

Hoje vou lembrar alguns pontos importantes para você não se confundir na gestão de pessoas da sua empresa.
  • Quando o funcionário quer aumento de salário, ele diz que está sem motivação.
  • Quando o funcionário quer que o chefe não cobre a superação das deficiências de seu desempenho, ele diz que está sem motivação.
  • Quando o funcionário quer que seu superior não descubra falhas de qualidade na entrega de seus deveres junto ao cliente, ele diz que está sem motivação
  • Quando o funcionário não tem do que reclamar, ele diz que está sem motivação
  • Quando o funcionário não sabe claramente o que tem a fazer, não foi adequadamente treinado, mas tem vergonha de admitir que detesta treinamentos, ele diz que está sem motivação.
  • Quando o funcionário sabe que haverá corte de despesas e que alguém descobriu a sistemática de cálculo de um benefício que ele já sabia estar errada, mas continuou a usufruir dela ao bom e velho estilo “SE PASSAR, PASSOU”,  ele diz que está sem motivação.
Definitivamente, não há como motivar alguém de verdade através de meios externos: nem dinheiro, nem benefícios, nem piadas ou palhaçadas. As pessoas se motivam do interior para o exterior. E elas se motivarão somente quando permitirem. Quando não querem, nem um sinal nos céus as fará.
De sua parte, faça o funcionário saber que ele tem um contrato de trabalho com a sua empresa, o qual deve ser cumprido à risca por ambas as partes. Exija isso! Pague-o devidamente e dê treinamentos que esclareçam o que e como ele deve desempenhar seu trabalho com a qualidade exigida.
Não traga sentimentalismo para dentro da relação trabalhista. Não dê coisas esperando gratidão. O ser humano não é naturalmente grato.  E doações tendem a se tornar direito adquirido.
Até hoje vi só uma coisa que se equipara à desculpa da desmotivação de funcionários vagabundos: é o vendedor que não vende e, por já ter dado todas as explicações possíveis por sua inépcia, acusa a falta de folders, de material promocional e de propaganda como culpada.
É fria. Fuja disso. Seja assertivo e objetivo ao máximo.
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quarta-feira, julho 30, 2014

FRUSTRAÇÃO

O texto abaixo integra uma palestra de mesmo título ministrada por mim. É uma palestra motivacional especialmente formatada para o público de vendas que não tem alcançado resultados planejados por dificuldades no ajuste pessoal aos objetivos da empresa e/ou da equipe. 


ABRAHAM SHAPIRO


Relatado em um jornal norte-americano.
Há algum tempo atrás, meu filho entrou correndo em meu escritório, em casa, tarde da noite, dizendo: “Venha rápido! Tem alguma coisa erada com o fogão”. Corri para a cozinha e os quatro queimadores estavam ‘clicando’ como se quisessem se acender. O fogão estava muito quente e os botões já tinham derretido! Afastei-o da parede, desliguei o gás e desconectei a tomada elétrica. Minha esposa havia colocado o fogão no modo auto-limpante e alguma coisa deu errado.
No dia seguinte, o rapaz da assistência técnica me informou que o fogão estava com defeito e, embora fosse reparável, ele aconselhou a nunca mais utilizar a função auto-limpante novamente.
Imediatamente liguei para a Sears, a loja onde comprei o fogão. Eles disseram:
- “Já que não está mais na garantia, ligue para a firma Kenmore, fabricante do fogão”.
A Kenmore me informou que eles são ‘apenas uma marca fantasia’, e que o meu fogão havia sido fabricado pela Frigidaire.
A Frigidaire me orientou a ligar para a Eletrolux, que os havia adqurido no ano anterior.
A Eletrolux me falou para ligar para a Husqvarna, uma companhia sueca, que os tinha adquirido recentemente. E qual foi a resposta da Husqvarna?
- “Por que está nos contatando? Você comprou o fogão na Sears!”
Quem não tem frustrações na vida? Como lidar com elas? Ficar zangado? Deprimido?
Se não enquadrarmos os momentos que vivemos, eles nos enquadrarão.
A vida tem dificuldades e mágoas. Mas sofrimento é opcional.
Quando alguém derrama acidentalmente café em mim, eu fico furioso. Entretanto, é surpreendente quão rápido eu controlo a minha raiva ao constatar que foi a Gisele Bündchen ou o Barak Obama quem fez a peripécia!
É uma necessidade desenvolver as nossas qualidades até os índices mais elevados. E as oportunidades de fazer isto surgem a toda hora. Todos temos controle sobre as nossas emoções desde que ‘dominemos’ o momento, e não deixemos que ande por conta própria.
O mundo seria melhor se agíssemos assim. Eu estou cada dia mais inspirado a fazer isso, porque preciso muito. 
Quanto ao caso do fogão, o proprietário decidiu que a vida é por demais preciosa para perder tempo discutindo com ‘enroladores’. Ele comprou um novo fogão. Agora, na loja Brandsmart!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quinta-feira, julho 24, 2014

A ÚNICA DIFERENÇA DE QUALQUER NEGÓCIO

ABRAHAM SHAPIRO

Hoje tive um ótimo café da manhã com empresários. Gosto desses encontros. É um dos momentos em que eu sincronizo tudo o que leio com  a realidade.
Nossa discussão começou com a surra que a seleção brasileira levou da Alemanha no Mundial, passou pelos possíveis efeitos na economia e na política do país – tangenciando Aristóteles, é claro – e finalizou avaliando a grande dificuldade de posicionamento do técnico Felipão frente à opinião pública, vez que, com uma derrota como a daquele fatídico jogo, ele não entregou os resultados que todos esperavam.
Venhamos à lógica. O julgamento mais cruel do mundo corporativo – e talvez da vida – é o que se faz sobre os líderes.
O gerente de qualquer área em todas as empresas tem metas a atingir. Se as alcançar, ele receberá aplausos.  Caso não, ele “não serve”. E muito em breve terá de dar lugar a outro que o faça.
E como fica o esforço investido? Os sacrifícios? Os desgastes pessoais com clientes? Dias inteiros e fins de semana de trabalho? Horas em aeroportos? Risco de morte em estradas inseguras brasileiras? Etc, etc? Bem, a trajetória percorrida até lograr ou não êxito de nada importa!
A realidade é que, após tudo isso, a pergunta que lhe será feita é:
- Você fechou o pedido?
Se sim, bravos. Se não: “Adios”!
Quando Warren Buffett foi questionado pelo conselho de administração da Gillette por que escolheu Jim Kilts como CEO da empresa, ele respondeu:
- "Quando Jim fala de negócios, ele faz o sentido que nenhum outro com quem já conversei consegue fazer. Se vocês assistirem ao Jim analisando uma situação negocial vocês não ouvirão absolutamente nenhuma bobagem. E, francamente, encontrar alguém assim é uma raridade".
Para quem não sabe, Jim Kilts enfrentou o desafio de colocar três imensas corporações numa perspectiva de sucesso presente, e de futuro próspero:  Nabisco, Kraft e Gilette. O que realmente fez a diferença no currículo deste personagem a ponto de merecer de Warren Buffet um testemunho narrado na primeira pessoa?
É a única coisa que importa em qualquer negócio, a chave para fazer todas empresas vencerem em um mundo em que a necessidade de velocidade e de determinação aumentam assustadoramente a cada dia. Sabe o que? Resultados. E nada mais!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quarta-feira, julho 23, 2014

O QUE FAZER COM FUNCIONÁRIOS 'PAPUDOS'

ABRAHAM SHAPIRO

Escute essa.
Um novo e curioso dispositivo foi criado pela Hitachi – empresa de eletrônicos –, com um objetivo bastante interessante. Sabe qual? Seguir, conhecer e registrar todos os passos dos funcionários. É o que publicou o jornal Daily Mail.
Hitachi Business Microscope
O nome do sensor é Business Microscope e consiste num crachá de identificação com um chip embutido capaz de rastrear a localização exata do funcionário dentro do escritório, registrar suas conversas com outros membros da equipe e, a mais, o tempo que ele ficou no banheiro durante o dia.
O dispositivo envia os dados das conversas ao chefe por meio dos chips, que se sincronizam quando são aproximados.
Além disso, quando os sensores se aproximam, eles gravam sinais do rosto e do corpo do funcionário.
A Hitachi publicou um comunicado afirmando que a tecnologia foi projetada para aumentar os níveis de eficiência no local de trabalho e ajudar os empregadores a perceberem problemas que passam despercebidos.
O que a empresa espera com isso é descobrir quais empregados passam o dia vagando sem rumo pelo escritório fofocando com os amigos.
Tenho impressão de que lá no Japão, como no Brasil ou em qualquer país do mundo, ninguém quer ter funcionário de “papo para o ar”. E isso tem demais, em toda empresa.
O que fazer a respeito até que não tenhamos ferramentas como esta liberada para uso por aqui? O meu conselho é: reposicione os objetivos da função do funcionário vadio, supervisione-o ao máximo ou então... demita-o!
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

segunda-feira, julho 07, 2014

O EFEITO BARNUM

ABRAHAM SHAPIRO

FOLHA DE LONDRINA, 07 DE JULHO DE 2014 - Lembrei-me de algo de que ri muito. Certa vez alguém me disse: "A cada minuto nasce um trouxa". Na hora não acreditei. Mas aos 54 anos de idade vejo que aquele sujeito era um perfeito sábio.
Na Psicologia estudei o Efeito Barnum. Tem a ver com manipulação de pessoas. Este nome foi dado em alusão a um norte-americano, P. T. Barnum, que foi empresário do ramo do entretenimento e promovia as mais famosas fraudes junto ao populacho. Apesar deste atributo negativo, foi figura popularíssima, tendo também chegado à política por conta de discursos que incorporavam frases do tipo: "Você é uma pessoa que faz de tudo para ser feliz ", e "Eu sei que você luta o tempo todo por coisas de que realmente necessita".
As massas vibravam em êxtase ao ouvi-lo, e atribuíam a Barnum um dom sobrenatural, a ponto de jamais terem cobrado responsabilidade alguma dele, idolatrando-o.
Uma afirmação típica do Efeito Barnum pode parecer objetiva a quem a ouvir. Mas na realidade é vaga, ambígua ou até contraditória.
Imagine que alguém lhe dissesse: “Você é o tipo de pessoa que precisa sentir-se querida e admirada pelos demais”. Talvez não fosse verdade, no seu caso específico. Mas para 99% da humanidade, sim, é.
Que tal essa: “Você tem um potencial gigantesco ainda inexplorado, e nunca se beneficiou dele”.  Isto é real! Percebe agora? Verbais assim falam muito sobre você e qualquer outra pessoa.
Suponha que eu lhe dissesse: “Você tem uma forte tendência a autocriticar-se”! Você talvez pensasse: "Uau! Como é que o Shapiro sabe tanto de mim?” Eu nada sei. Mas usei o efeito. É o que fazem alguns palestrantes de motivação, astrólogos, cartomantes e outros embusteiros,  ainda que jamais tenham conhecido o Efeito Barnum.
Semana passada, por exemplo, um fulano espalhou uma mala direta por toda a cidade autodenominando-se “instrutor número 1 do país” e prometendo resolver todos os problemas empresariais em apenas um dia de treinamento.  Primeiro sinto pena. Mas depois, eu tenho curiosidade de saber quantos caíram nessa nova armadilha.
Fica mais essa dica: não faça a besteira de favorecer gente desse naipe. Não se iluda com a roupagem de Gestão, Liderança e Marketing com que eles vestem suas charlatanices deslavadas.
Você não é um trouxa, eu bem sei. O que não sei é se você está consciente disso!​
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quinta-feira, julho 03, 2014

SER RICO OU TER DINHEIRO? A DIFERENÇA

ABRAHAM SHAPIRO

Já pensou se existisse um cartaz nas lotéricas do país com os dizeres:
“O Ministério da Saúde adverte: ganhar na mega-sena sem ter bom senso é prejudicial à saúde”?
Toda experiência de sucesso ou ascensão social cria potenciais dificuldades perigosas e imprevisíveis para a vida. É que os problemas da vida nos tornam mais humanos e nos refinam, fazendo-nos melhores. Quando o sucesso chega a pessoas despreparadas, ocorre o contrário, e elas ficam alienadas ou insensíveis. Na prática, facilidades demais nos rebaixam, enquanto dificuldades nos elevam como seres humanos.
Imagine que alguém tivesse a permissão do rei para entrar na sala do tesouro e apanhar tudo o que desejasse, porém não tivesse uma sacola para guardar o que conseguisse. Ou talvez tivesse uma bolsa com o fundo podre. Do que valeria esta chance?
A bolsa ou sacola, neste exemplo, é o bom senso. Sem ele, ter fortuna e sucesso são uma ameaça de perdição a qualquer indivíduo: a paz se transforma em guerra, a doçura em amargura e a tranquilidade em aflição.
Na vida não é suficiente conseguir coisas ou realizar desejos. É preciso obtê-los com sabedoria. No entanto, sabedoria e bom senso não se compram. Requerem tempo, aprendizagem e experiência. Aí, exatamente aí, é que se vê a gigantesca diferença entre “ter dinheiro” e “ser rico”.
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473

quarta-feira, julho 02, 2014

THE MIRACLE MILE

ABRAHAM SHAPIRO

Até o começo da década de 1950, correr uma milha – ou 1609 metros – em quatro minutos estava além da compreensão humana. Estou falando de uma velocidade de 24,14 km/h.
As pessoas acreditavam que esse era o limite físico real do ser humano. E parecia ser absoluto, tal como os marinheiros do século XV achavam que cairiam no inferno se ultrapassassem a linha do horizonte marítimo. 
Foi em maio de 1954, numa pista de Oxford, Inglaterra, que Roger Bennister rompeu esta barreira. Ele percorreu uma milha em 3 minutos e 59 segundos. Seu nome passou a ser associado ao “atleta que venceu a milha milagrosa”, uma verdadeira façanha.
Acontece que dois meses depois, na Finlândia, a “milha milagrosa” de Bennister foi superada por seu rival John Landy, em 3 minutos e 58 segundos. E três anos após, 16 corredores já haviam quebraram o recorde.
Espere um pouco! O que, de fato, aconteceu naqueles três anos que seguiram 1954? Terá  sido uma mutação na raça humana fazendo surgir super-atletas?
Não mesmo! A única coisa que de fato mudou foi “a cabeça” das pessoas.  E ao mudar seu modo de pensar, a possibilidade de quebrar um recorde se abriu. Até então, os corredores eram limitados pelo pressuposto de ser impossível correr uma milha em menos de 4 minutos. Mas agora, todos viram que podiam fazê-lo. E fizeram.
Vamos trazer tudo isso para os seus pensamentos? Estes que agora limitam a sua velocidade, o seu desenvolvimento, os seus resultados... Até quando???
Leia a frase a seguir, e depois, se desejar, escreva-a fixe num lugar visível:
“Se até agora nenhuma oportunidade bateu à sua porta, chagou a hora de você instalar uma porta onde você está!”
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Abraham Shapiro é consultor e coach. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é "simplicidade". É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome". E-mail: shapiro@shapiro.com.br Fone: 43. 8814.1473